Vem aí o Prêmio Empreendedor do Ano 2017

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Roberto Medina, criador e produtor do maior festival de música do mundo, o Rock in Rio, foi eleito Empreendedor do Ano em cerimônia realizada pela EY na noite de 2 de dezembro na Ilha Fiscal, Rio de Janeiro.

 O empreendedor concorreu com Flávio Augusto da Silva (Geração de Valor), Leandro Pinto da Silva (Granja Mantiqueira), Eugênio Pacelli Mattar (Localiza), Cristopher Alexander Vlavianos (Comerc Energia) e Joel Malucelli (JMalucelli).

Em 1985, Medina realizou a primeira edição do Rock in Rio. Três décadas depois, o evento se tornou o maior festival de música do mundo e referência global em entretenimento. Realizado em países como Portugal, Espanha e Estados Unidos, e com planos de expansão para  Ásia e Oriente Médio, o Rock in Rio impacta diretamente todas as localidades por onde passa, movimentando o turismo e a economia e abrindo cerca de 14 mil postos de trabalho por edição. Só no Rio de Janeiro, em 2013, o impacto direto foi de R$1 bilhão.

"Um prêmio como esse promovido pela EY no Brasil, em um momento de crise, reforça ainda mais a ideia de que o caminho para o desenvolvimento é o empreendedorismo. Escuto alguns amigos contando que querem mudar e eu reafirmo que essa cidade e o país que vivemos são inspiradores. Eu quero ficar. Acredite, pois vale a pena", afirmou ele durante a entrega do prêmio.

Medina irá representar o Brasil no World Entrepreneur of the Year, etapa global do evento que será realizada em Monte Carlo, Mônaco, em junho de 2016, e reunirá representantes escolhidos nos mais de 60 países em que a premiação acontece. 

O prêmio, no Brasil e no mundo

Lançado nos Estados Unidos em 1986, hoje o Empreendedor do Ano alcança 50 países e mais de 140 cidades ao redor do mundo. Desde a sua existência, já premiou mais de 2.500 empreendedores.

O evento global - World Entrepreneur Of the Year – acontecerá de 8 à 12 de junho de 2016 em Monte Carlo, Principado de Mônaco, no qual o eleito pelo corpo de jurados do Empreendedor do Ano no Brasil disputará o título com os ganhadores de todos os países onde o programa é realizado. Em 1998, o Brasil se tornou o 14º país no mundo e o primeiro na América Latina a realizar sua edição do Empreendedor do Ano.

Nas dezessete edições que ocorreram até hoje, foram homenageados muitos dos grandes nomes do empresariado nacional. A EY orgulha-se de ressaltar, todos os anos, a importância que essas pessoas tiveram e ainda têm na construção e transformação da realidade do país.

Para a 18º edição do Empreendedor do Ano foram realizadas mais de 30 entrevistas em 10 cidades de sete estados brasileiros entre os meses de agosto e novembro, com empreendedores de setores e mercados distintos e, ao mesmo tempo, algo em comum: fazem do mundo um lugar melhor ao converterem suas visões em crescimento, progresso, empregos e prosperidade.


Critérios de avaliação do Empreendedor do Ano
 

1. Espírito empreendedor
Essa característica pode ser identificada pelos atributos pessoais ou pelo desejo e determinação para o sucesso. O empreendedor demonstra perseverança na adversidade e na superação de desafios. No histórico do negócio, pode-se identificar a resolução de problemas e o aprendizado dessas experiências. Enquanto conta com a equipe, também mostra a capacidade de se arriscar e enfrentar o incerto.

2. Desempenho financeiro
Uma das maneiras de analisar o desempenho financeiro da empresa é verificando a estratégia utilizada para aumentar o capital, os investimentos realizados anteriormente e o método adotado para promover a sustentabilidade da empresa no longo prazo.

3. Direcionamento estratégico
O empreendedor que busca o direcionamento estratégico é capaz de tornar as visões do negócio em realidade, além de construir e reconstruir o comprometimento em objetivos comuns. Demonstra habilidade em se adaptar a cenários adversos, desenvolver novos produtos e soluções, inovar e diferencia-se da concorrência. Demonstra maturidade empreendedora em construir alianças estratégicas e se cerca de pessoas, equipes, conselho e assessores talentosos, para assegurar o sucesso de todos.

4. Impacto global
O impacto global do empreendedor pode ser medido com a receita, operação ou influência no mercado internacional – o que inclui criação de empregos e melhora da economia local. Caso os negócios fora do país não são aplicáveis, pode ser analisada a estratégia de expansão dos negócios em desenvolvimento.

5. Inovação
Mostra pioneirismo em alguma forma de abordagem, produto, cultura ou processo. Reconhece a necessidade de o negócio se antecipar e de adotar mudanças implantadas no ambiente competitivo por meio da inovação de todos os aspectos do negócio. Cria uma cultura de inovação dentro da organização.

6. Integridade pessoal e influência
Acredita que viver seus valores gera respeito em sua equipe de suporte, competidores, clientes, assessores, família e comunidade. A cultura da responsabilidade social corporativa na empresa demonstra um comprometimento com a ética e a alta qualidade nos negócios e operações, resultando em um ambiente de trabalho flexível e de inclusão, com uma boa reputação, mudança social, impacto no ambiente e/ou melhora na qualidade de vida da comunidade.