Manny Stul, da Austrália, vence o EY World Entrepreneur Of The Year 2016

Executivo é presidente da empresa de brinquedos Moose

  • Compartilhar

O empresário australiano Manny Stul venceu neste sábado o EY World Entrepreneur Of The YearTM. O executivo da Moose Enterprise Holdings & Controlled Entities tornou a empresa de brinquedos Moose Toys um caso de enorme sucesso em seu país e no mundo. Em 15 anos, a companhia passou vender seus produtos em mais de 80 países e o faturamento aumentou 7.200% – o suficiente para posicioná-la como a sexta maior do setor nos Estados Unidos e a quarta da Austrália. Ao receber o troféu no Salle des Etoiles, em Mônaco, o empresário fez um discurso emocionado. Atribuiu o título a seu desejo de assumir riscos, ao compromisso inabalável com a integridade e a honestidade, à criação de uma cultura de inovação e criatividade com as equipes, ao fato de apreciar o que faz todos os dias e a seu compromisso social.

Stul creditou grande parte de seu sucesso aos aprendizados da vida, destacadamente as adversidades pelas quais passou em sua infância como filho de refugiados poloneses. A experiência despertou nele a necessidade de se reinventar o tempo todo, um olhar atento a todas as pessoas e um forte compromisso com o impacto que seus negócios sobre a sociedade. “A necessidade é uma boa professora”, afirmou.

 

O anúncio aconteceu em 11 de junho na grande confraternização do empreendedorismo mundial, após cinco dias intensos de palestras, entrevistas e fóruns de discussão que envolveram homens e mulheres que se destacam à frente de seus empreendimentos e também líderes de grandes corporações. Mônaco recebeu ainda para a celebração os 55 empreendedores, de 50 países, que foram escolhidos nas etapas nacionais da premiação.

O evento contou com a presença de Roberto Medina, empresário carioca definido como o EY Empreendedor do Ano 2016 na etapa nacional da seleção. A EY, uma vez mais, parabeniza o empresário carioca pela premiação e por ter representado com brilhantismo o Brasil no evento internacional. 

 Leia conteúdo públicado na Revista Época sobre o Prêmio Empreendedor do Ano:

A F1 do Empreendedorismo

Questões de um novo mundo

Leia mais:

Seis em cada dez empreendedores aumentarão força de trabalho

A emoção e a paixão podem ser uma força incrível, diz Amal Clooney

A face do dinheiro é a digitalização, afirma CEO da Paypal

CEO da Unilever fala sobre o Gigante Corporativo Sustentável

 

A EY que acredita que a premiação é uma das formas mais representativas de estimular o empreendedorismo, incentivar a inovação e promover o desenvolvimento da economia; contribuindo, dessa forma, para o propósito de construir um mundo de negócios melhor. 

 

O Programa

O EY World Entrepreneur Of The YearTM é uma premiação anual realizada pela EY para reconhecer empreendedores inovadores e de sucesso. A EY identifica e promove as conquistas desses líderes, enaltecendo o crescimento de suas empresas e o dinamismo de seus negócios a fim de fomentar a cultura empreendedora em vários países e regiões.

Lançado nos Estados Unidos, o Programa alcança hoje mais de 150 cidades de 61 países, premiando mais de 2.500 empreendedores, que com seu trabalho, talento e ousadia, deixam sua marca no mercado empresarial. O Brasil participa desde 1998, tendo sido o 14º país do mundo e o primeiro da América Latina a realizar sua edição da premiação.

O corpo de jurados do Prêmio é formado fundamentalmente por vencedores regionais, além de líderes executivos de todo o planeta. Cada jurado recebe previamente as informações dos representantes de cada País.

A votação baseia-se nos seguintes critérios: espírito empreendedor, desempenho financeiro, direcionamento estratégico, inovação, impacto global, e integridade pessoal e influência.

 

Categorias

O prêmio EY World Entrepreneur Of The YearTM é dividido em cinco categorias, três de premiação e duas de homenagem.

Categorias de premiação

  • Master: Empreendedores/fundadores (integrantes da primeira geração) de empresas maduras, líderes em seu mercado, com faturamento anual acima de R$ 750 milhões.
  • Emerging: Empreendedores/fundadores (integrantes da primeira geração) de empresas em expansão com faturamento anual de R$ 30 milhões a R$ 200 milhões.
  • Sustentável: Empresas ou projetos com amplo foco em práticas sustentáveis que tenham resultados efetivos, de impacto e de solidez financeira.

Categorias de homenagem

  • Executivo empreendedor: Empreendedor(a) que se destaca por impulsionar o crescimento de uma empresa consagrada.
  • Family Business: Empreendedores que se destacam por adotar boas práticas de gestão e assegurar a perenidade de uma empresa ao longo de gerações.

 

Empreendedorismo Feminino

Há muitas formas de agir em prol da construção de um mundo de negócios melhor: fomentar o empoderamento feminino e a equidade de gênero nas empresas certamente é um caminho que aponta nesta direção.

A EY acredita que as mulheres têm um papel vital no crescimento e na transformação dos mercados mundiais. Por isso, busca reconhecer, celebrar, apoiar e inspirar as mulheres empreendedoras que colaboram para a expansão de suas organizações e da economia. Por isso, um dos programas mais simbólicos da EY é o Winning Women, realizado em diversos países, inclusive no Brasil.

Neste ano, o EY World Entrepreneur Of The YearTM terá fóruns sobre liderança feminina com a presença de diversas executivas de alto impacto no mundo dos negócios, além de uma vasta gama de debates e palestras com importantes nomes do mercado mundial.

 

Confira a programação!  

 

Roberto Medina, representante do Brasil

 

 

 

Roberto Medina 

O inconformismo, a paixão pela comunicação e o talento de mobilizar multidões levaram Roberto Medina a criar o Rock in Rio, o maior festival de música do mundo. Medina ouviu repetidos “nãos” de empresários antes de tornar realidade um evento considerado improvável para o Brasil em 1985: 1,38 milhão de pessoas – o equivalente a cinco Woodstocks – vibraram em 10 dias de shows que colocaram o país na rota dos grandes concertos internacionais.

O Rock in Rio chegou a Portugal, Espanha e EUA – na primeira exportação de uma marca de entretenimento brasileira – e continua em expansão. Em 16 edições, o festival deixou um legado notável: 8,2 milhões de pessoas nos shows; 1 bilhão de telespectadores no mundo; 1.274 artistas; 148.500 empregos; US$ 31 milhões investidos em projetos socioambientais; e impactos econômicos que já chegaram a US$ 500 milhões por edição.

Uma grande inovação de Medina foi conceber o festival não só como evento de entretenimento, mas como plataforma de comunicação, integrando publicidade, ações promocionais e de experiência de marca e branding.