Entre o trabalho e o esporte

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Muitos profissionais não voltam a atenção ao esporte apenas em época de Jogos Olímpicos. Eles o incluem em suas rotinas diárias. Conheça quatro deles - saiba que esportes praticam e quais ensinamentos levaram das práticas esportivas para o ambiente de trabalho.

 

BiancaBianca Moreira, trainee de Advisory da EY no Rio de Janeiro, pratica rugby há dois anos. “Meu primeiro campeonato foi um desastre”, lembra Bianca. Ela, que treina no time Guanabara Rugby, no Rio de Janeiro, achava que estava preparada para o torneio – mas acabou não aplicando boa parte do que tinha aprendido. “Nesse dia, descobri que as coisas, às vezes, não saem como esperamos e precisamos ter bastante criatividade para lidar com o inesperado”, diz ela.

Apesar da rotina intensa de treinos e de trabalho, Bianca destaca que a prática do rugby a ensinou muito sobre espírito de equipe. “No Rugby, é muito importante dominar cada nível para poder avançar com segurança. Se uma jogadora entrar em campo sem saber se defender, ela não só pode sair muito lesionada como isto afetará o time, o técnico e a torcida”, diz ela. “Todas as atitudes devem ser realizadas pensando não em como afetarão a você, mas como afetarão o time.”.

 

Rodrigo TyroneTyrone Cavalcante (foto) e Rodrigo Catão, profissionais de Advisory da EY em Recife, praticam remo há três meses. Eles adotaram o esporte com o objetivo de praticar alguma atividade física e, apesar de a primeira aula ter sido frustrante, não desistiram. “Pensamos que já iríamos para a água no primeiro dia, mas ficamos surpresos quando vimos uma canoa montada em cima de pneus para aprendermos o correto manuseio dos remos e movimento do corpo no barco”, diz Tyrone. “Descobrimos que o remo trabalha o corpo todo. Sem contar o estímulo que temos tido de navegar às 5h da manhã, antes mesmo de ir trabalhar”, conta Rodrigo.

Para eles, o grande ensinamento do remo é a importância do trabalho em equipe. “O Skiff duplo (barco de remo para duas pessoas) é movido pelo esforço dos dois remadores, demonstrando o poder do trabalho em equipe. Se um deles remar fora do ritmo, o barco não navegará com a velocidade correta e no sentido desejado, diz Tyrone. “Portanto, o trabalho em equipe é o que move o barco para frente, com velocidade e o equilíbrio necessário. Esse é o maior ensinamento que podemos trazer das aulas práticas de remo para o nosso dia a dia.”

 

JurandirJurandir França, da Universidade Corporativa da EY (EYU), pratica handebol há 13 anos. “Eu era um perna de pau no futebol, mas como sempre gostei de atividades físicas, acabei no time de handebol da escola", lembra ele. Como não era um bom atleta, Jurandir se esforçava para desenvolver as técnicas de jogo para estar apto a ser titular do time e entrar na partida dando o melhor que podia. "O mesmo acontece na EYU”, diz Jurandir, que treina no Clube Atlético Indiano, em São Paulo, duas vezes por semana. “Me esforço para que os nossos atendimentos sejam sempre realizados com excelência. Tanto em quadra quanto no trabalho, me dedico para dar o melhor de mim e poder ajudar a equipe.”

Apesar de já estar acostumado, Jurandir conta que o frio na barriga de entrar em quadra ainda é o mesmo. “Meu primeiro jogo foi no Centro Olímpico do Ibirapuera, há mais de dez anos. Senti um frio na barriga e um medo de não me sair bem, mesmo tendo me dedicado nos treinos. Achei que isso passaria, mas confesso que até hoje sinto a mesma coisa”, revela.