Athlete interview:

Val Ackerman

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Commissioner of the Big East Conference

Comissária da Conferência Leste (Big East Conference)

  • Attended the University of Virginia as one of the school’s first female student-athlete scholarship recipients
  • Was a four-year starter, three-time captain, two-time Academic All-American and the first 1,000-point scorer in Cavalier history
  • Earned a law degree from UCLA in 1985
  • Joined the National Basketball Association as a staff attorney in 1998 and later served as a special assistant to NBA Commissioner David Stern and as vice president of Business Affairs
  • Became the founding president of the Women’s National Basketball Association (WNBA) in 1997
  • Was named commissioner of the Big East Conference on June 26, 2013
  • Ingressou na Universidade da Virgínia (EUA) como uma das primeiras alunas do sexo feminino a receber bolsa de estudos como atleta.
  • Titular do time por 4 anos, três vezes capitã do time, duas vezes Academic All-American (membro do time All-America, formado pelas melhores jogadoras que jogaram no torneio interuniversitário) e a primeira a marcar 1.000 pontos na história do Cavalier (time de basquete da cidade de Cleveland)
  • Graduou-se em Direito pela UCLA (Universidade da Califórnia) em 1985
  • Ingressou na Associação de Basquete Nacional (National Basketball Association) como advogada contratada pela Associação em 1998 e posteriormente trabalhou como assistente especial do Comissário David Stern e como vice-presidente de Business Affairs
  • Foi a presidente fundadora da Women’s National Basketball Association (WNBA) em 1997
  • Foi nomeada Comissária da Conferência Leste (Big East Conference)

Q

How do you define an elite athlete?

Como você define uma atleta de elite?

 

Elite athletes are those at the pinnacle in their sports — those who are athletically gifted with a certain kind of value system and an understanding of what sports are all about. They work extremely hard to get where they are, while performing with dignity and integrity. They’re gracious in success and defeat. They probably had to handle some kind of adversity at some point in their careers and have come back stronger because of that.

There are not many of them out there, but the ones who are out there deserve a great deal of respect.

Atletas de elite são aquelas que estão no auge em seus respectivos esportes - aquelas que têm talento e potencial e também um determinado conjunto de valores para se tornarem atletas, além de uma compreensão do que o esporte significa. Elas se dedicam e treinam muito para chegar onde estão e, ao mesmo tempo, agem com dignidade e integridade. Lidam bem com sucesso e com derrota. Provavelmente tiveram que lidar com a adversidade em algum momento de suas carreiras e isso as fortaleceu.

Não existem muitas delas por aí, mas aquelas que estão, merecem muito respeito.

Q

How did sports help shape your professional career?

De que modo o esporte contribuiu para sua carreira profissional?

 

I was very fortunate to play intercollegiate athletics at the University of Virginia at a time when intercollegiate sports opportunities were just beginning to open up for young women. You can’t underestimate how much one takes back from having the opportunity to play on a team. To know what your role is, to help others and to understand what it means to be part of a group effort are incredible life lessons that come from sports, and I had that playing basketball.

When I was a student in college, I had a rigorous academic program. My professors did not cut me slack; the expectation levels were the same as for any other student. So I really had to learn how to manage my time, and sports were a great training program for that. Today, when we’re asked to juggle work responsibilities with family and other personal responsibilities, if you don’t know how to manage your time, you’re sort of lost.

Although I’ve had my share of failures, when you’re playing sports you learn that you have to pick yourself up the next day and move on. Whatever doesn’t kill you makes you stronger. You don’t always win, but when you come back stronger you’re obviously better for the experience.

Sinto-me feliz por ter participado dos jogos interuniversitários pela Universidade da Virgínia em uma época em que as oportunidades para as jovens mulheres de participar de esportes estavam apenas no início. Não se deve subestimar o que a oportunidade de jogar em um time pode representar. Compreender o seu papel, ajudar os outros e entender o significado de fazer parte de um esforço de equipe são lições de vida incríveis que surgem a partir do esporte, e eu vivi isso intensamente ao jogar basquete.

Na época em que era uma estudante na faculdade, eu seguia uma programação acadêmica rigorosa. Meus professores não facilitavam as coisas para mim; os níveis de cobrança eram os mesmos que para qualquer outro aluno. Por isso eu realmente tive que aprender a administrar meu tempo, e o esporte foi um ótimo programa de treinamento para conseguir isso. Hoje em dia, temos que conciliar as responsabilidades do trabalho com as da família e outras pessoais. Se você não souber administrar seu tempo, você está perdido.

Eu tive meus momentos de fracassos, mas quando você pratica esportes, você aprende que tem que se levantar no dia seguinte e seguir em frente. Aquilo que não te mata, te fortalece. Não vencemos sempre, mas retornamos mais fortes por conta dessas experiências.

Q

Did you know what you wanted to do for post-college life? If so, how did you figure it out?

Você sabia o que queria fazer após terminar a escola? Como descobriu o que queria?

 

I always wanted to be a lawyer. When I was a young girl growing up, I had this aspiration to be in a courtroom. I wanted to go to law school, and, intellectually, it seemed very interesting. I didn’t have any family members who were lawyers, so I was basically living a dream based on what I was reading and watching on television.

I went to college and got an interdisciplinary degree. I wrote my senior thesis on the role of sports in society and was really thinking about how sports fit into the bigger picture, even then. After taking a year off from college, I went to law school and was able to meld my law degree with a sports career in a very exciting way when I started working for professional basketball.

Eu sempre quis ser uma advogada. Quando era menina, eu tinha esse sonho de estar em um tribunal. Eu queria entrar em uma faculdade de Direito, e, em termos intelectuais, isso me parecia muito interessante. Não havia ninguém em minha família que fosse advogado, então eu basicamente tinha um sonho com base naquilo que estava lendo ou assistindo na televisão.

Ingressei na faculdade e me graduei em matérias interdisciplinares. Eu escrevi minha tese sênior sobre o papel do desporto na sociedade e pensava de fato sobre como o esporte se encaixa em uma realidade maior, mesmo naquela época. Depois de me afastar da faculdade por um ano, entrei no curso de Direito. Quando comecei a trabalhar no basquete profissional, pude mesclar minha graduação em Direito com a carreira no esporte de uma maneira muito estimulante.

Q

How did you begin working for the NBA and WNBA?

Como você começou a trabalhar para a NBA e para a WNBA?

 

When I got out of law school, it was my dream to get into sports, but the law firms that had sports practices weren’t very interested in me, even though I had played sports in college. The advice I got from people was, if you want to be a lawyer in sports, go out and get a high-quality law job. And for me, that turned out to be as a corporate associate in a major New York law firm.

I did lots of legal agreements, bank credit agreements, and merger and acquisition work that had nothing to do with sports but turned out to be a great training ground. After doing that for a couple of years, I was able to begin thinking about opportunities in the sports profession, and that’s when an opportunity presented itself at the National Basketball Association to become an in-house staff attorney.

That was absolutely a highlight. I finally got to bring together my law degree and my tremendous passion and interest in sports, and how thrilling it was for me to be working in the sport of basketball.

As for the WNBA, In the early 1990s, when women’s basketball was coming into the public eye, I was in the right place at the right time.

I was at the NBA, working with the business affairs area and very closely with the commissioner’s office. David Stern had the business plan for the WNBA in his office drawer and was just waiting for the right time for a successful launch. The Atlanta Olympics was happening, and the NBA was supporting a national women’s team that toured the country for many months leading to Atlanta — testing the waters and getting the team ready for Olympic competition.

With the great success that team had, going 60–0 after a year-long tour and winning the gold medal in their own country, the WNBA was ready to go. That really was a magical time.

Quando terminei o curso de Direito, meu sonho era entrar no mundo dos esportes, mas os escritórios de advocacia que trabalhavam com práticas esportivas não tinham interesse em mim, mesmo tendo praticado esportes no período da faculdade. O conselho que recebi das pessoas era, se você quer ser uma advogada da área do desporto, saia e consiga um emprego altamente qualificado na área de Direito. E, para mim, isso significou ser uma advogada associada em um grande escritório de advocacia em Nova York.

Eu trabalhei com muitos contratos legais, contratos de crédito bancário e trabalhos de fusão e aquisição que não tinham absolutamente nada a ver com esportes, mas que se tornaram um excelente campo de treinamento. Depois de trabalhar nessas atividades por alguns anos, pude começar a pensar em oportunidades na profissão desportiva, e foi então que surgiu uma oportunidade na National Basketball Association para ingressar como advogada interna contratada.

Isso foi verdadeiramente um marco. Pude finalmente juntar minha formação e conhecimento em Direito com minha enorme paixão e interesse por esportes. Estar trabalhando com basquete era uma sensação indescritível.

Quanto à WNBA (Women's National Basketball Association), no início da década de 1990, época em que o basquete feminino estava chegando aos olhos do público, eu estava no lugar certo, na hora certa.

Eu estava na NBA, trabalhando na área de business affairs, e em estreita colaboração com o Gabinete do Comissário. David Stern tinha o plano de negócios para a WNBA na gaveta de seu escritório, e estava só aguardando o momento certo para um lançamento bem sucedido. As Olimpíadas de Atlanta estavam acontecendo, e a NBA estava apoiando uma seleção nacional feminina que percorreu o país por vários meses que antecederam os Jogos Olímpicos, com o objetivo de deixar o time pronto para a competição olímpica.

Com o grande sucesso alcançado pelo time, chegando a 60 a 0 após um longo ano de turnê e vencendo a medalha de ouro em seu próprio país, a WNBA estava pronta para o seu lançamento. Esse foi realmente um momento mágico.

Q

What was it like being president of the WNBA?

Como foi ser presidente da WNBA?

 

My role at the WNBA was all-encompassing. My duties ranged from operational to strategic to promotional. When you’re working at a league office or a college conference headquarters, you’re at the intersection of a lot of constituent groups. You’re air traffic control. You have to deal with schools, your business partners, your network partners, your corporate sponsors and the media. Occasionally you’re dealing with fans who want to reach out to you directly. And, of course, you’re dealing with your athletes because they’re looking for leadership in many other ways.

Meu papel na WNBA foi abrangente. Minhas funções variavam entre atividades operacionais, estratégicas e promocionais. Quando você está trabalhando em um escritório da Liga ou na sede de conferências da faculdade, você se encontra na área de intersecção de uma grande quantidade de grupos que as compõem. É como se estivesse na torre do controle de tráfego aéreo. Você tem que lidar com escolas, seus parceiros de negócios, seus parceiros da rede, seus patrocinadores corporativos e a mídia. Ocasionalmente você também lidará com fãs que querem ter acesso direto a você. E, claro, você estará lidando com suas atletas porque elas estarão buscando liderança de muitas outras formas.

Q

Do you have any advice for transitioning out of athletics?

Você tem algum conselho a oferecer às atletas na transição para a vida pós-esporte?

 

In my case, it wasn’t that hard because I wasn’t an athletic superstar. I did a pretty good job at Virginia, but I always knew that I wasn’t going on to be a professional athlete. There wasn’t a WNBA, so I had to think quickly about the next move, and, for me, that was going to law school.

It really is incumbent upon athletes to take matters into their own hands. They’re the ones who have to start thinking, what am I going to do next? Do I have the training for a day job? Do I have the education? Do I need another degree? Have I taken the steps to ensure that when my playing days are over, it won’t be an abrupt adjustment to life in the real world?

No meu caso, não foi difícil porque eu não era uma atleta estrelada do basquete. Eu desenvolvi um trabalho muito bom em Virginia, mas eu sempre soube que não prosseguiria como atleta profissional. Não havia uma WNBA naquele tempo, então tive que pensar rápido qual seria meu próximo passo, e, para mim, seria a faculdade de Direito.

Realmente compete às atletas tomar a rédea de seus próprios assuntos e questões. São elas quem têm que começar a pensar: "o que vou fazer em seguida?" Eu tenho o treinamento necessário para meu emprego atual? Eu tenho o nível de estudos necessário? Preciso de outra formação ou graduação? Eu dei os passos necessários para assegurar que, quando meus dias de atleta profissional terminarem, não será uma mudança brusca para o dia a dia da vida real?

Q

What’s your view of the EY Women Athletes Business Network?

Como você vê o projeto da EY, Women Athletes Business Network?

 

Support networks and affiliation with a group of people who have common backgrounds and aspirations is very, very helpful, if not necessary, for anybody who’s looking to advance professionally. I think women today have a better time in the workplace than they did when I was coming out of college.

Companies are hiring more women, as women have proven they deserve to be hired. Companies are becoming more flexible in terms of work-life policies. If you’re a woman with a family, it’s a little easier to juggle those responsibilities than it was 25 years ago. Anybody going in has to have her eyes open to the challenges of juggling professional and personal responsibilities.

Certainly, what EY has set in motion is a huge asset as young women and former athletes begin to think about what’s next. Having this kind of an infrastructure in place is going to be a tremendous advantage for them.

Redes de apoio e afiliação a um grupo de pessoas que têm origens e aspirações comuns é realmente muito útil, se não mesmo necessário, para quem está buscando avançar profissionalmente. Acredito que as mulheres encontram um ambiente de trabalho melhor hoje em dia em comparação àquele que encontrei quando saí da faculdade.

As empresas estão contratando mais mulheres, pois as mulheres têm provado que merecem ser contratadas. As empresas estão se tornando mais flexíveis em termos de políticas de trabalho e de vida. Se você é uma mulher que têm uma família, é um pouco mais fácil conciliar essas responsabilidades do que era há 25 anos. Qualquer pessoa que ingresse no mercado de trabalho tem que ter os olhos abertos para os desafios de conciliar as responsabilidades profissionais e pessoas.

Certamente, o que a EY começou a desenvolver representa um enorme bem para as jovens mulheres e as ex-atletas que começam a pensar sobre o vem a seguir. Contar com a existência desse tipo de infraestrutura no trabalho proporciona a elas uma tremenda vantagem.

Q

How relevant is accountability in your professional life?

Qual a importância da responsabilidade em sua vida profissional?

 

When you get out into the working world, everything you do won’t necessarily be on television or in the newspaper the next day like when you’re playing. Still, outcomes matter — to your company, your co-workers and the bottom line. Mistakes cost money, so accountability is very much there. It may not be as public, but the stakes are still high.

I think that an athlete who’s had the training and understands the correlation between effort and outcome is off to a head start in understanding what it’s going to take to be successful in the working world.

No mundo real, aquilo que você faz não estará necessariamente na televisão ou nos jornais no dia seguinte, como acontece quando você está jogando. Contudo, o que você faz conta muito - para sua empresa, seus colegas de trabalho e para os resultados finais. Erros custam dinheiro, e responsabilidade tem um papel importante nisso. O que você faz pode não ser tão visível, mas ainda assim os riscos são altos.

Acredito que um atleta que teve treinamento e entende a relação existente entre esforço e resultado está em vantagem para entender o que é necessário para se alcançar sucesso no mundo profissional.

Q

Are you surprised to know that four of five women executives played sports?

Você se sente surpresa ao saber que outras quatro ou cinco mulheres executivas praticavam esportes?

 

There’s great data about this, so I’m not surprised by it. I think women who play sports tend to be competitive, hardworking and aspirational, with particular goals and an understanding of what’s involved to achieve those goals. They tend to have good egos.

If you look at people in the working world, those are all analogous attributes that are helpful when dealing not only with other competitive women, but also with some very competitive men who would be more than happy to have your job. If you have the ability, strength and mental will required to play sports, chances are you’re going to be successful in business as well.

Há muitos dados informando isso, por isso não me surpreendo. Percebo que mulheres que praticam esportes tendem a ser competitivas, esforçadas e ambiciosas, têm metas específicas e uma compreensão do que está envolvido para que tais objetivos sejam atingidos. Elas tendem a ter autoconfiança.

Se você observar as pessoas do ambiente profissional, essas características são análogas e muito úteis, não somente quando lidar com outras mulheres competitivas, mas também com alguns homens competitivos que ficariam bem felizes em conseguir o seu emprego. Se você tem habilidade, força e motivação mental necessárias para praticar esportes, há grandes chances de que você será bem sucedida na vida profissional também.

Q

Describe your role as commissioner of the Big East Conference (a league that includes 10 colleges and universities) and a day in the life of Val Ackerman?

Explique seu papel de Comissária da Conferência Leste (Big East Conference - a liga que inclui 10 faculdades e universidades) e um dia na vida de Val Ackerman.

 

Lightning is striking twice for me professionally because I had the privilege of working at the ground floor of the WNBA, and now I’m at the ground floor of the new Big East. We’re not a new league; we’re a college sports conference with a very proud history, having been founded in 1979.

We have a new collection of schools, a new headquarters and a new vision about where this group of schools wants to be in terms of identity and what the conference represents. So it’s a very exciting opportunity for me, and I feel lucky to do it.

I feel very lucky that I’ve been able to live a life where I’ve had a great career, a very supportive family and a lifelong relationship with sports.

O raio caiu duas vezes no mesmo lugar para mim profissionalmente, pois eu tive o privilégio de trabalhar na formação inicial da WNBA, e estou agora na formação de uma nova Conferência Leste. Não somos uma liga nova. Fundada em 1979, somos uma conferência esportiva, formada por faculdades que têm orgulho de sua história.

Temos hoje uma nova configuração de escolas, uma nova sede e uma nova visão sobre onde esse grupo de escolas quer estar em termos de identidade e sobre o que a conferência representa. É, portanto, uma oportunidade que me fascina, e de que tenho a sorte de participar.

Sinto-me muito feliz por estar vivendo uma vida inteira ligada ao esporte, em que tenho uma ótima carreira e uma família que me apoia.

Q

Do you have any advice on choosing a career path while so focused on a sport?

Você tem algum conselho sobre a escolha de um plano de carreira enquanto se encontra tão ligada a um esporte?

 

Careers are very personal and there are so many choices. Women are doing things that were unimaginable 30 years ago. Women weren’t in the sciences or politics or law or business in the droves that they are today. And they weren’t in technology because technology 30 years ago really didn’t exist in a form that any of us would recognize.

I think it’s a bit about knowing yourself, understanding what you’re good at, and being prepared to work hard. Part of the exercise is understanding what your passion is — really trying to drill down inside of yourself and what that is.

A definição da carreira é algo muito pessoal e há um enorme leque de possibilidades. As mulheres têm realizado coisas que seriam inimagináveis trinta anos atrás. As mulheres não participavam em massa do mundo das ciências, da política, do Direito ou dos negócios como fazem hoje em dia. E elas não faziam parte do mundo da tecnologia porque a tecnologia de 30 anos atrás de fato nem existia da forma como hoje a conhecemos.

Acredito que seja um pouco sobre conhecer-se a si própria, compreender em que você é boa e tem talento, e estar preparada para trabalhar arduamente. Parte do exercício é entender qual a sua paixão - tentar realmente buscar dentro de você mesma e descobrir a sua paixão.

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Val Ackerman, US

Val Ackerman, EUA

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