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Release GISS research - EY - Brasil

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Riscos digitais representam desafio crescente

Setenta e cinco por cento das empresas disseram sofrer um aumento de ataques externos; empresas têm dificuldades para acompanhar mudanças

São Paulo, 26 de fevereiro de 2013 - Organizações precisam mudar suas estratégias de segurança da informação para responder às ameaças representadas pelas tecnologias já existentes e pelas novas ferramentas, de acordo com o estudo Global Information Security Survey 2012, divulgado pela EY. Cerca de 1.800 pessoas de 64 países participaram da pesquisa, desde CIOs de empresas globais até especialistas em segurança da informação.

Segundo o estudo, que está em sua 15ª edição, as empresas investem em solucionar problemas de segurança em curto prazo, sem lidar com as ameaças mais abrangentes. Com 31% das corporações sofrendo um número maior de incidentes de segurança nos últimos dois anos, a necessidade de desenvolver uma nova arquitetura de segurança nunca foi tão grande. No entanto, 63% das organizações não possuem esse planejamento, e apenas 16% apontam que o sistema de segurança de sua empresa atende às necessidades da companhia.

As novas tecnologias vêm gerando hoje mais riscos e ameaças internas e externas para as empresas, do que ocorria em 2007.  As companhias estão mais expostas por causa de e-mails, links e até redes sociais. Com isso, dados, informações sigilosas correm mais riscos de serem roubadas. A maioria das empresas não consegue acompanhar a velocidade das mudanças, surgindo uma lacuna em segurança de informação.

Embora as empresas estejam se esforçando para manter a segurança, por meio de investimentos, treinamentos de governança e de integração, as ameaças também se sofisticaram e mantêm o desafio para as companhias.  Em 2008, apenas 18% dos entrevistados indicaram que a segurança da informação era integrada à estratégia de negócios; enquanto 33% sugeriram que a segurança da informação fazia parte apenas da estratégia de TI. Em 2012, esses números saltaram para 42% e 56%, respectivamente.

Em 2009, 41% dos entrevistados notaram um aumento nos ataques externos. Em 2011, esse número saltou para 72%. Em 2012, o número voltou a subir para 77%.  Questões como prevenção de perda de dados e terceirização das atividades de segurança são as principais prioridades das empresas nos próximos 12 meses.   

Um total de 67% dos entrevistados disseram pretender gastar mais com as novas tecnologias, e 33% pretendem investir a mesma quantia que há 12 meses. Ainda de acordo com o estudo, 24% dos participantes afirmaram gastar entre R$ 200 milhões e R$ 500 milhões em segurança da informação, valor que inclui funcionários, processos e custos de tecnologia.

Ameaças das novas tecnologias

As novas tecnologias abrem oportunidades para as organizações, mas também criam ameaças de fontes antes desconhecidas. A computação em nuvem continua a ser um dos principais propulsores da inovação do modelo de negócios, tendo o dobro de empresas utilizando-a em comparação aos últimos dois anos. No entanto, apenas 38% das companhias adotaram medidas para minimizar os riscos, tais como o uso de um sistema de codificação.

"Atualmente, 44% das organizações permite o uso de tablets particulares - contra apenas 20% em 2011- um aumento substancial de informações está agora disponível dentro e fora do escritório, tornando o controle cada vez mais difícil”, explica Alberto Fávero, sócio de Riscos em TI da EY.

"Embora o estudo identifique alguns dos atuais gaps em segurança, existem outros no horizonte, em forma de intervenção do governo e novas pressões regulatórias. Se as organizações não agirem para desenvolver estratégias abrangentes de segurança, os problemas atuais e futuros irão alimentar ainda mais as ameaças”, acrescenta Sergio Kogan, sócio de Consultoria para Riscos de TI da EY.

Sobre a EY:

A EY é líder global em serviços de Auditoria, Impostos, Transações Corporativas e Consultoria. Em todo o mundo, nossos 152 mil colaboradores estão unidos por valores pautados pela ética e pelo compromisso constante com a qualidade. Nosso diferencial consiste em ajudar nossos colaboradores, clientes e as comunidades com as quais interagimos a atingir todo o seu potencial, em um mundo cada vez mais integrado e competitivo.

No Brasil, a EY é a mais completa empresa de Auditoria e Consultoria, com 4.900 profissionais que dão suporte e atendimento a mais de 3.400 clientes de pequeno, médio e grande porte.

Em 2011, a EY foi escolhida como Apoiadora Oficial dos Jogos Olímpicos Rio 2016 e fornecedora exclusiva de serviços de Assessoria e Auditoria para o Comitê Organizador. O alinhamento dos valores do Movimento Olímpico e da EY foi decisivo nessa escolha.
 
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