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Pesquisa de atratividade 2012: Brasil - A hora de investir no Brasil - EY - Brasil

Pesquisa de atratividade 2012: Brasil

A hora de investir no Brasil

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Jogos Olímpicos de 2016 no Rio: grande fonte de oportunidades de investimentos

Márcio Fortes, presidente da Autoridade Pública Olímpica

Os próximos quatro anos reforçarão o protagonismo do Brasil no cenário internacional. A começar pela Rio+20, a conferência mundial da Organização das Nações Unidas sobre desenvolvimento sustentável, realizada este ano, o País sediará a Copa das Confederações e a Jornada Mundial da Juventude, em 2013; a Copa do Mundo da Fifa, um ano depois; e encerrando o calendário de grandes eventos com os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.

Este último evento já movimenta a cidade-sede desde 2009, quando a candidatura foi ratificada pelo Comitê Olímpico Internacional (COI).

Levantamento da Fundação Instituto de Administração (FIA) estima que os investimentos diretos, públicos e privados, na infraestrutura dos jogos serão de US$ 14,4 bilhões, com impactos positivos em diversos setores da economia.

A Autoridade Pública Olímpica (APO) é um consórcio público que reúne representantes dos governos federal, estadual e municipal e cuja atribuição é monitorar e entregar toda a infraestrutura e os serviços necessários para a realização dos Jogos, respeitando os prazos e requisitos básicos do COI e das 41 federações esportivas internacionais com modalidades durante a competição.

“Desde a candidatura tivemos a intenção de demonstrar que o Rio de Janeiro mantinha uma gestão ativa envolvendo União, Estado e município, com projetos importantes de urbanização, saneamento, habitação e transporte urbano. Os projetos mostram que, independentemente dos Jogos Olímpicos, a cidade está mudando e continuará a mudar”, diz o presidente da APO, Márcio Fortes.

O número de projetos de investimento estrangeiro direto (IDE) no Brasil aumentou 39% em 2011, atingindo um recorde de 507.

O Brasil lidera o ranking de atratividade na América Latina, segundo nossa primeira pesquisa de atratividade do País. Quase sete em cada dez líderes empresariais apontam o País como o mais atraente para o estabelecimento de operações.

Nossa pesquisa sublinha o impacto do Brasil no mapa global e seus pontos fortes. Ao mesmo tempo, destaca a necessidade de melhorar a capacitação profissional e diversificar a economia. O estudo inclui ainda uma seção sobre a próxima fase de crescimento do País e uma análise sobre setores-chave de crescimento que, acreditamos, impulsionarão o investimento estrangeiro direto (IDE).

Pontos fortes

  • Uma classe média crescente, uma forte demanda doméstica e enormes reservas inexploradas de recursos naturais
  • Políticas governamentais de incentivo, simplificação dos processos de licenciamento e do ambiente regulatório, crédito subsidiado e opções de financiamento acessíveis
  • O Brasil sediará a Copa do Mundo Fifa 2014 e os Jogos Olímpicos 2016
  • Um grande mercado doméstico e trajetória de crescimento de longo prazo
  • Abertura da sociedade brasileira, que dá espaço à diversidade de raça e religião

Desafios

  • Falta de pessoal qualificado e qualidade baixa da educação básica
  • Altas taxas de juros e sistema tributário complexo
  • Valorização da moeda, que prejudica a competitividade das exportações
  • Fuga de recursos de outros setores da indústria

Investimento estrangeiro no Brasil: um ano recorde

O Brasil é o segundo destino mais popular do mundo em valor de IED e o quinto em número de projetos. O número aumentou 39% em 2011, atingindo um recorde de 507.

Esses projetos criaram, estima-se, 161.166 empregos.

Estados Unidos, Reino Unido, Japão, Alemanha e Espanha responderam por 59% dos projetos de IED em 2011. A China está despontando como um forte parceiro do Brasil, registrando-se um aumento no investimento e nos laços comerciais entre os dois países.

Entrada de IED global
(US$ trilhões) 

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Fonte: UNCTAD.
Nota: os dados incluem projetos novos, projetos de expansão e fusões e aquisições.

Principais setores

Os investidores entraram no Brasil para montar fábricas e também para aproveitar o rápido crescimento do setor de serviços em 2011.

  • Enquanto a atividade industrial trouxe a maioria dos empregos (75% do total), as atividades de serviço impulsionaram uma quantidade significativa de projetos (52% do total).
  • O setor de tecnologia da informação e comunicações (TIC) gerou 105 projetos de IED no Brasil em 2011, despontando como o quarto maior em termos de criação de empregos, com 17.724 empregos.
  • Os serviços empresariais atraíram 53 projetos em 2011, constituindo 10% dos projetos de IED totais, 8% mais que em 2010, um recorde.
  • Os serviços financeiros atraíram 35 projetos de IED em 2011 (7% do total), ante 20 projetos em 2010.

São Paulo continua a ser líder inconteste em IED

A principal região para IED no Brasil é a Sudeste; São Paulo recebeu a maior parte dos projetos (26%). O Rio de Janeiro vem em segundo lugar, com 8% dos projetos. O terceiro destino é Curitiba com somente 2% dos projetos.

A Região Nordeste também está se destacando rapidamente no radar do IED; atraiu 93 projetos de investimento e criou mais de 57.000 empregos entre 2007 e 2011.

Brasil: planos dos investidores para 2013

Sessenta por cento dos líderes empresariais pesquisados indicaram um panorama positivo sobre a instalação de operações no Brasil no futuro próximo; 33% deles ressaltaram planos firmes de estabelecer atividades no País.

 Ponto de vista: Jogos Olímpicos de 2016 no Rio

 


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