Zona do Euro luta para reduzir desemprego

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A estagnada economia da Zona do Euro falhou em gerar empregos no final do ano passado apesar da melhora na atividade comercial durante a temporada de compras do Natal, mostrando os desafios que os líderes da região enfrentam para tentar reduzir o desemprego recorde. Segundo reportagem publicada hoje no jornal Brasil Econômico, o emprego na Zona do Euro caiu 0,3% nos últimos três meses de 2012 ante o trimestre anterior - quarta queda trimestral consecutiva na taxa de criação de emprego, informou a agência de estatísticas Eurostat.

De acordo com Marie Diron, economista que coordenou estudo para a EY global, um maior aumento no desemprego no curto prazo - e apenas uma lenta diminuição a partir de 2014 - provavelmente será um obstáculo para o crescimento. "Até com a recuperação, o número de pessoas fora do trabalho na Europa permanece persistentemente alto. A partir do fim de 2017, nós estimamos que a taxa de desemprego vai se manter acima de 11%" disse ela.

A reportagem registra que, das principais economias da zona do euro, apenas a Alemanha registrou um aumento na criação de emprego, destacando a divisão entre a maior economia do bloco e o restante de seus membros. Hoje, completa o jornal, cerca de 19 milhões de pessoas estão desempregadas no bloco, ou aproximadamente 12% da população ativa.