Estudo da EY e Fipecafi analisa DFs de 60 empresas

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Desde que se iniciou o processo de convergência às normas internacionais de contabilidade no Brasil, em 2010, um fato é recorrente: a falta de consenso entre os participantes do mercado com relação à maneira de aplicar determinadas regras do International Financial Reporting Standards (IFRS). Essa é uma das conclusões do estudo “Análises sobre o IFRS no Brasil”, produzido pela EY em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi), e que foi lançado em São Paulo nesta terça-feira, 2 de outubro, durante evento no Hotel Intercontinental. A publicação já foi lançada no Rio de Janeiro, no dia 24 de setembro.

A pesquisa também conclui que as normas de Instrumentos Financeiros (CPC 38, 39 e 40) são as que mais geram dúvidas entre os profissionais de contabilidade. Além de o tema ser complexo, essas normas causam controvérsias e as empresas ainda estão engatinhando em termos de contabilizar ativos e passivos financeiros, derivativos e operações de hedge. “As pessoas ficam perdidas na hora de reportar os dados e, muitas vezes, por medo de cometer erros e de ser punidas pela Receita Federal, acabam por elaborar notas explicativas rasas ao copiar um pedaço da norma sem esclarecer o que é realmente relevante”, ressalta a Profª. Joanília Sales Cia, da Fipecafi, para quem a participação em treinamentos frequentes é essencial para a boa compreensão do tema.

“Análises sobre o IFRS no Brasil” mostra em detalhes as práticas adotadas por 60 companhias brasileiras de grande porte - entre elas, Marfrig, Pão de Açúcar e Petrobras -, e tornou-se referência no mercado, podendo ser utilizada pelas empresas como parâmetro para a elaboração de futuras demonstrações financeiras.

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