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Release - Queda M&A - Mining 2012 - Ernst & Young - Brasil

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Queda em fusões e aquisições marca primeiro semestre do mercado global de mineração

Relatório elaborado pela multinacional de auditoria e consultoria mostra o impacto das incertezas macroeconômicas no setor

São Paulo, 17 de setembro de 2012 – A rápida escalada dos custos de desenvolvimento de projetos pode ter forçado empresas de mineração a repensar suas decisões de investimentos.  O relatório Mining & Metal H1 2012, elaborado pela Ernst & Young e que analisa transações, financiamentos e captação de recursos no primeiro semestre do ano no setor, mostra que as incertezas macroeconômicas, nacionalização de recursos, e a volatilidade do mercado global reduziram os valores e o número de negócios no período.

De janeiro a junho deste ano, foram realizadas 470 transações com valor total de US$ 55,7 bilhões, o que representa uma queda de 19% e 38%, respectivamente, em relação ao mesmo período de 2011. No entanto, o montante destinado a projetos orgânicos também está, cada vez mais, sendo reavaliado, já que o retorno desses investimentos é mais baixo do que o proporcionado por fusões e aquisições.

“O aumento dos custos está forçando as empresas a revisarem decisões de investimentos, e já é possível observar consideráveis adiamentos nos gastos de capitais. Ao mesmo tempo, as avaliações de ativos estão mais baixas, e isso deverá provavelmente resultar em atividade de negócios oportunistas”, afirma diz Carlos Assis, sócio-líder para a área de Mineração da Ernst & Young Terco. “Balanços fortes, fundamentos de longo prazo favoráveis e avaliação baixa criam um ambiente atrativo para fusões e aquisições cautelosas. Não esperamos ver um grande salto no número de negócios, mas a dinâmica está certamente melhorando.”

Assis afirma que os negócios oportunistas e de “única chance”, assim como a consolidação do mercado interno em andamento, continuarão com um foco crescente em ativos minoritários e investimentos em joint ventures por grandes produtores. "As questões macroeconômicas e o protecionismo dos recursos naturais dificultam as decisões, o que quer dizer que os negócios levarão muito mais tempo”.

Aumento de capital e financiamento

No primeiro semestre de 2012, o capital total levantado por meio de fusões e aquisições caiu 35%, para US$ 123 bilhões, comparado com mesmo período no ano passado, com o volume de emissões recuando 16%. O número de empresas que levantou capital caiu quase pela metade, combinado com um declínio considerável na emissão de ações por causa da volatilidade do mercado.

“As grandes empresas conseguem ter acesso ao capital, mas continuam focadas na manutenção dos ratings de graus de investimento, o que aumenta eficiência e reduz custos de financiamento”, diz o sócio líder de Mineração da Ernst & Young Terco. Segundo ele, “o financiamento deve continuar disponível para projetos de qualidade, ofertas e indicativos, que demonstram confiança nos retornos esperados”.
 
IPOs
 
No período, o volume total de IPOs no setor caiu globalmente 37%: foram 47 ofertas públicas iniciais. Já os rendimentos caíram 80%.

Havia volumes menores, preços reduzidos e adiamento nas trocas do setor em Hong Kong, Londres, Austrália e Toronto.

“O IPO permanece na agenda corporativa, mas somente para quando os mercados se estabilizarem. O resultado disso é que os exploradores novatos estão adiando a captação de recursos. Embora alguns busquem alternativas de financiamento fora dos mercados públicos, isso não está nem perto de sustentar o setor”, conclui Carlos Assis.

Sobre a Ernst & Young e sobre a Ernst & Young Terco:

A Ernst & Young é líder global em serviços de Auditoria, Impostos, Transações Corporativas e Assessoria. Em todo o mundo, nossos 152 mil colaboradores estão unidos por valores pautados pela ética e pelo compromisso constante com a qualidade. Nosso diferencial consiste em ajudar nossos colaboradores, clientes e as comunidades com as quais interagimos a atingir todo o seu potencial, em um mundo cada vez mais integrado e competitivo.

No Brasil, a Ernst & Young Terco é a mais completa empresa de Auditoria e Assessoria, com 4.300 profissionais que dão suporte e atendimento a mais de 3.400 clientes de pequeno, médio e grande porte.

Em 2011, a Ernst & Young Terco foi escolhida como Apoiadora Oficial dos Jogos Olímpicos Rio 2016 e fornecedora exclusiva de serviços de Assessoria e Auditoria para o Comitê Organizador. O alinhamento dos valores do Movimento Olímpico e da Ernst & Young Terco foi decisivo nessa escolha.

Visite o site: http://www.ey.com.br

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