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IFRS11 Paul - EY - Brasil

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Balanço de incorporadoras muda com nova definição de controle

Levantamento feito pela EY sobre os efeitos da adoção das normas IFRS 10 e 11 pelo setor de incorporação ganha destaque no Valor

Estudo realizado pela EY baseado nas demonstrações contábeis de oito empresas do setor de incorporação revela que algumas receitas diminuíram cerca de 4% no primeiro trimestre deste ano em razão da adoção das normas que alteram o conceito de controle e a contabilização de joint ventures. Esse tema ganhou destaque de uma página no jornal Valor Econômico desta quinta-feira (13/06).

A reportagem mostra que, de acordo com a levantamento, os efeitos causados pela adoção dos IFRS 10 e 11 foram desiguais. Ao passo que as receitas da Tecnisa encolherem 12%, o faturamento da Helbor aumentou 20%. Para outras companhias – como PDG e Cyrela –, as normas causaram pouco impacto na primeira linha do balanço.

Paul Sutcliffe, sócio responsável pela área de IFRS da EY e coordenador do levantamento, explicou que a definição de atividades que geram os principais retornos também sofreu mudanças. Caso o contrato preveja que uma determinada organização é que tem o poder se interferir sobre as atividades de construção e financiamento, ela é a controladora e as demais atividades são consideradas "acessórias". Assim, houve empreendimentos que permaneceram como joint ventures e passaram a ser contabilizados por equivalência patrimonial. Já outros passaram a ter um controlador definido, e a consolidação foi integral. "No fim das contas, em algumas empresas, um efeito falou mais alto que o outro", afirmou.
 

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