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Release CFO and beyond research - EY - Brasil

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CFOs têm nível de demanda recorde dentro das companhias, aponta EY

Pressão da regulação, dificuldades econômicas e expansão das habilidades dos profissionais são os motivos apontados por pesquisa com 800 profissionais em todo o mundo

São Paulo, 09 de janeiro de 2013 – A demanda para que CFOs atuem mais nos conselhos de administração está passando por uma alta sem precedentes, causada pela pressão da regulação, por dificuldades econômicas e pela expansão das habilidades dos profissionais. Essa é a conclusão do estudo da EY CFO and beyond: the possibilities and pathways outside finance. 
 
De acordo com a pesquisa, os CFOs estão interessados em assumir papéis que possam aumentar seu conhecimento sobre a dinâmica dos conselhos, gerar ideias que unam vários setores e garantir a exposição a diferentes culturas corporativas. No entanto, tal interesse é prejudicado por preocupações em relação aos riscos profissionais e à distração de sua função principal. Os CFOs que conseguiram alcançar um equilíbrio aconselham os candidatos à função a escolher com cuidado o papel mais adequado a desempenhar, e durante o período de tempo correto.
 
O estudo se baseia em uma pesquisa global com 800 CFOs, um levantamento sobre a carreira trilhada por um grupo de CFOs de 347 das maiores companhias do mundo (com lucro anual de mais de US$ 5 bilhões) na última década, e uma série de entrevistas com profissionais, especialistas em governança e acadêmicos.
 
Diferentes competências dos CFOs
 
Um total de 79% dos entrevistados dizem que, devido à sua expertise financeira, estão sendo mais solicitados do que nunca para ocupar posições nos conselhos das empresas. O estudo aponta também que 14% dos membros de conselhos das maiores companhias do mundo pesquisadas são CFOs ou ex-CFOs, contra apenas 8% em 2002.
 
A proporção de cadeiras nos comitês de auditoria ocupadas por CFOs também dobrou na última década (41% em 2012, contra 19% em 2002), em partes como reflexo do aumento na transparência em relação aos balanços financeiros das companhias.

“A pressão regulatória causa uma procura sem precedentes pela experiência dos CFOs nos conselhos. Em muitos países, não apenas isso é altamente valorizado como também obrigatório. Além disso, em um momento em que as companhias enfrentam uma economia volátil e os crescimentos divergentes nos mercados desenvolvidos e de rápido crescimento, as empresas querem uma boa abordagem em relação aos custos, riscos e gerenciamento de capitais – três áreas que estão dentro do foco das habilidades dos CFOs”, afirma Mauro Terepins, vice-presidente de Mercados da EY.
 
A evolução do papel do CFO na última década ampliou de forma significativa a contribuição que os líderes financeiros podem oferecer ao ocupar cargos no conselho. “Embora sejam cruciais, as habilidades financeiras não necessariamente constituem um bom membro. Muitos CFOs de hoje em dia têm as habilidades financeiras, assim como uma combinação única de capacidades analíticas, técnicas e estratégicas. Tal conjunto de habilidades representa uma importante contribuição para o conselho”, acrescenta Terepins.
 
Vantagens
 
Os principais CFOs entrevistados para o estudo falaram sobre usar sua experiência como membro do conselho para aprimorar sua performance como CFO. Entender a dinâmica de um conselho de administração de uma perspectiva diferente é o principal benefício de servir como membro, de acordo com 75% entrevistados. Cerca de metade dos entrevistados considera a experiência uma oportunidade de ganhar exposição em outra companhia ou indústria, o que os capacita a aprender procedimentos valiosos que podem valer para sua função principal.
 
“Experiência em um setor diferente é vista por muitos CFOs como bastante valiosa, com a oportunidade de ganhar conhecimento e transferir as boas práticas entre diferentes indústrias”, afirma Mauro Terepins.
 
Obstáculos
 
Mais de 40% dos entrevistados dizem acreditar que é inapropriado que eles assumam parcialmente outras funções. Diretores são frequentemente responsabilizados caso se demonstre que negligenciaram suas funções executivas. Para alguns, as demandas de suas principais responsabilidades são grandes demais, e o risco de serem sobrecarregados é muito significativo. À medida que a legislação da governança corporativa se torna mais rigorosa, o tempo necessário para ser um diretor não-executivo efetivo cresce a cada dia.
 
Apesar da disposição dos CFOs em assumir funções não-executivas, há uma disparidade crescente entre o tempo disponível para dedicar a funções e a recomendação da governança corporativa sobre as melhores práticas. Mais de metade dos CFOs entrevistados afirmam que dispõem de apenas cinco horas ou menos para exercer um papel adicional, embora a recomendação mínima do UK Walker Report, de 2009, seja bem maior (30 dias por ano).
 
Visão de longo prazo
 

Entre os CFOs entrevistados, aqueles que dizem planejar a carreira em longo prazo foram mais suscetíveis a assumir papéis adicionais que os CFOs com perfil oportunista. Os CFOs de hoje também assumem cargos de conselho em idade mais jovem do que há uma década. A maioria dos profissionais que assumiu funções não-executivas têm idade entre 40 e 49 anos.
 
“Os CFOs e os líderes financeiros futuros interessados em assumir esses cargos devem começar cedo – a competição e as expectativas crescem a cada dia, por isso é importante planejar a carreira. Eles devem pesquisar e escolher o papel certo, e pelo tempo adequado. Precisam também ter em mente que, na próxima década, as diretorias irão valorizar cada vez mais o conhecimento nos mercados de rápido crescimento, análise e outras tecnologias dinâmicas como as mídias sociais. Por último, os recrutadores procuram agora por conhecimento técnico profundo em áreas como fusões e aquisições e mercado de capitais. Construir uma experiência sólida em um setor particular dará aos candidatos uma boa chance de ser escolhido para posições específicas em diretorias específicas”, conclui Terepins.
 
Sobre a EY 
 
A EY é líder global em serviços de Auditoria, Impostos, Transações Corporativas e Assessoria. Em todo o mundo, nossos 167 mil colaboradores estão unidos por valores pautados pela ética e pelo compromisso constante com a qualidade. Nosso diferencial consiste em ajudar nossos colaboradores, clientes e as comunidades com as quais interagimos a atingir todo o seu potencial, em um mundo cada vez mais integrado e competitivo.
 
No Brasil, a EY é a mais completa empresa de Auditoria e Assessoria, com 4.300 profissionais que dão suporte e atendimento a mais de 3.400 clientes de pequeno, médio e grande porte.
 
Em 2011, a EY foi escolhida como Apoiadora Oficial dos Jogos Olímpicos Rio 2016 e fornecedora exclusiva de serviços de Assessoria e Auditoria para o Comitê Organizador. O alinhamento dos valores do Movimento Olímpico e da EY foi decisivo nessa escolha.
 
Links:
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