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Captação de recursos em mineração terá recuperação em 2013, aponta estudo da
EY

Em 2012, registrou volume mais baixo de transações para o setor desde 2008

São Paulo, 7 de maio de 2013 — O apetite dos investidores financeiros por fusões e aquisições deve impulsionar uma recuperação do volume de transações corporativas no setor de mineração em 2013, após longo período de desaceleração em 2012, de acordo com o estudo da EY “Mergers, acquisitions and capital raising in mining and metals: 2012 trends, 2013 outlook”.

Segundo a pesquisa, 941 negócios foram fechados em 2012 e totalizaram US$ 104 bilhões – uma queda de 7% e 36% em comparação com 2011, respectivamente. Trata-se do número de negociações mais baixo desde 2008, e o menor em valor desde 2009, quando a crise econômica global estava em seu auge.

“Iremos observar um novo crescimento de compradores estratégicos e investidores ao longo deste ano, motivados pela necessidade de garantir, em longo prazo, fontes de abastecimento de minerais e pela perspectiva de retomada do crescimento” – comenta Sérgio Menezes, sócio de Transações Corporativas da EY – “Fusões,  aquisições, e financiamentos foram deixados de lado devido a crise financeira de 2008, quando o acesso ao capital por meio de mercados de dívida tornou-se cada vez mais limitado. Agora, as empresas estão mais focadas na redução de custos por meio de desinvestimentos melhoria da própria gestão, e menos interessadas nas fusões e aquisições”, afirma Menezes.

A análise da multinacional de auditoria e consultoria mostra que a parcela de valor dos negócios por compradores “não-tradicionais" vem crescendo a cada ano, chegando a 31% do valor total de negócios em 2012, em comparação com apenas 21% em 2011. Investidores financeiros apoiados pelo Estado respondem por 69% e 15% dessa proporção, respectivamente.

“Greve de capital” e desinvestimentos

A queda na captação de recursos foi tão crítica no segundo semestre de 2012 que fontes do setor chegaram a mencionar uma "greve de capital", já que muitas empresas cancelaram projetos. “A suspensão dos investimentos por muitas mineradoras e metalúrgicas, diante da alta dos custos, obstáculos na execução e da queda dos preços em 2012, continuará enquanto os preços das commodities não se recuperarem o suficiente para encorajar novos investimentos", acrescenta Menezes.

O estudo indica ainda que os modelos mais enxutos de negócios irão surgir durante a segunda metade deste ano. A previsão é que as empresas irão voltar a se concentrar em crescimento apenas no final de 2013 e em 2014, com a pressão para substituir as reservas e manter o ritmo da produção", explica.

Segundo a análise, a demanda de longo prazo para o setor continuará a ser impulsionada pelo crescimento da Ásia, sobretudo da China, pelos outros BRICs, além das nações em desenvolvimento.

2012 teve queda no volume de capital

Pela primeira vez desde 2009, houve uma queda geral no volume de capital levantado pelo setor. Em 2012, a incerteza econômica criou volatilidade e aversão ao risco entre os investidores, limitando as opções de captação de recursos para as empresas de pequeno e médio porte. No entanto, houve oportunidades únicas para ‘refúgios seguros’ do setor - produtores com maior grau de investimento.

Em 2012, os financiamentos caíram para US$ 106 bilhões, com os bancos reduzindo sua exposição a ativos mais arriscados para gerir as necessidades de capital de reserva. Dos empréstimos concedidos em 2012, mais da metade tratavam-se apenas de uma extensão de contratos pré-existentes.

O volume de títulos convertíveis emitidos aumentou de 73 em 2011 para 113 em 2012, mas com rendimentos relativamente baixos - subindo de US$ 2,4 bilhões em 2011 para US$ 3,5 bilhões no último ano.

Mercado de IPOs

O valor total de IPOs em 2012 foi o menor desde 2007, com queda anual de 40% em volume e diminuição de 81% em receita. Da mesma forma, a aversão ao risco generalizada culminou com redução de 48% em receitas patrimoniais secundárias para US$ 26 bilhões, e uma queda da receita média de empresas júniores para apenas US$ 4 milhões, abaixo dos US$ 6 milhões em 2011.

“Os mercados de capitais devem permanecer desafiadores no início de 2013, e as dívidas dos projetos tradicionais continuarão disponíveis apenas para os de risco mais baixo e de alta qualidade", aponta o sócio da EY. “No entanto, a capacidade do setor de captar recursos pode melhorar no segundo semestre de 2013, já que o crescimento da economia mundial está ganhando cada vez mais força”.

Sobre a EY

A EY é líder global em serviços de Auditoria, Impostos, Transações Corporativas e Assessoria. Em todo o mundo, nossos 152 mil colaboradores estão unidos por valores pautados pela ética e pelo compromisso constante com a qualidade. Nosso diferencial consiste em ajudar nossos colaboradores, clientes e as comunidades com as quais interagimos a atingir todo o seu potencial, em um mundo cada vez mais integrado e competitivo.

No Brasil, a EY é a mais completa empresa de Auditoria e Assessoria, com 4.900 profissionais que dão suporte e atendimento a mais de 3.400 clientes de pequeno, médio e grande porte.

Em 2011, a EY foi escolhida como Apoiadora Oficial dos Jogos Olímpicos Rio 2016 e fornecedora exclusiva de serviços de Assessoria e Auditoria para o Comitê Organizador. O alinhamento dos valores do Movimento Olímpico e da EY foi decisivo nessa escolha. Visite o site: http://www.ey.com.br

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