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Release esocial - EY - Brasil

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Eliminação de obrigações acessórias sem simultaneidade ao eSocial traz riscos às empresas, afirma especialista da EY

Empresas ainda não estão preparadas para o novo sistema que unifica informações dos funcionários

São Paulo, 7 de abril de 2014 – O adiamento para outubro anunciado pelo governo federal para implantação do eSocial não será suficiente para resolver os desafios das empresas com esse novo programa. Embora a extensão do prazo seja uma notícia positiva, a preocupação agora é com o fato de que a nova transição, anunciada recentemente, deverá ser mais brusca e consequentemente, poderá trazer mais riscos. A avaliação é de Frederico Good God, sócio-líder das áreas Trabalhista e Previdenciária da EY.

Com o eSocial as empresas terão de repassar de forma contínua e eletrônica ao Fisco informações sobre folha de pagamentos, obrigações e impostos trabalhistas e previdenciários. Se por um lado, a novidade eliminará montanhas de documentos em papéis que hoje são enviados periodicamente para diversos órgãos públicos, por outro, tornará o processo mais transparente, mas também mais complexo e abrangente.

“Diante da complexidade e multidisciplinaridade desse novo ambiente, e do alto investimento necessário em tecnologia, nenhuma empresa estaria pronta para cumprir os prazos anteriormente estabelecidos. O adiamento foi bem recebido pelo mercado e traz fôlego para as empresas se prepararem adequadamente”, explica o sócio que lidera uma equipe de 118 profissionais e 70 projetos de diagnóstico e preparação da implementação de eSocial.

Outra preocupação é a ausência de um ambiente de transição de seis meses, anteriormente previsto no cronograma da Receita Federal do Brasil. De acordo com o novo cronograma, ainda oficioso, a GFIP deixará de existir em janeiro de 2015, ou seja, logo no terceiro mês do eSocial. Na prática, a não existência de um ambiente paralelo para teste nos primeiros meses da nova obrigação acessória torna mais do que necessária a confirmação de que todos os dados estão integralmente consistentes e convergentes entre si.

“As companhias estão preocupadas com a multa por atraso na entrega dos dados. Porém, potenciais inconsistências podem acarretar em riscos maiores, como por exemplo, a não obtenção de uma certidão negativa de débitos com o consequente impedimento de atender ao governo e empresas do setor público”, explica o sócio.

Sobre a EY

EY é líder global em serviços de Auditoria, Impostos, Transações Corporativas e Consultoria, comprometida em fazer sua parte para construir um mundo de negócios melhor. Os insights e os serviços de qualidade prestados ajudam a criar confiança nos mercados de capital e nas economias do mundo. A empresa desenvolve líderes excepcionais que inspiram suas equipes a entregar excelência a todos seus stakeholders. Dessa forma, a companhia desempenha um papel fundamental na construção de um mundo de negócios melhor para seus profissionais, clientes e comunidades.

A EY refere-se a uma ou mais empresas-membro da Ernst & Young Global Limited (EYG), organização privada constituída no Reino Unido, limitada por garantia e que não presta serviços a clientes.

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