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Faltam vagas de estacionamento em São Paulo, mas a diária é mais barata do que no exterior, aponta EY

Levantamento da auditoria e consultoria revela que o maior gargalo de vagas está no bairro de Perdizes

São Paulo, 4 de dezembro de 2013 – Estacionar em determinados bairros de São Paulo pode ser uma tarefa difícil. Pesquisa realizada pela multinacional de auditoria e consultoria EY (antiga Ernst & Young) em quinze distritos do centro expandido da capital revela que há um déficit de 125 mil vagas em relação aos 509 mil carros que circulam por dia nessa região. Para o levantamento, foram consultados mais de 3 mil estacionamentos e vagas em 790 vias públicas.

Dez dos quinze distritos pesquisados não têm lugares suficientes para o volume de veículos que recebem diariamente. O maior gargalo está em Perdizes, onde 63% dos condutores não encontram  estacionamentos, sejam esses pagos ou gratuitos.

“Para se ter uma ideia do volume desse déficit, se reuníssemos esses carros seriam possível formar uma fila de 600 km, isso é, a distância entre São Paulo e Belo Horizonte”, ressalta Antonio Uras, sócio de Consultoria em Estratégia e Gestão de Mercado da EY e responsável pelo estudo.

Nas regiões pesquisadas, 78% das vagas estão em estacionamentos privados, 4% em ruas com cobrança de Zona Azul e 18% são vagas gratuitas. O preço por hora mais alto encontra-se nos distritos Itaim Bibi e Jardim Paulista, onde a média paga pela primeira hora gira em torno de R$ 12,00. Nos demais distritos pesquisados, os preços variam entre R$ 8,00 e R$ 12,00.

Ao avaliar outras cinco metrópoles estrangeiras – Paris, Berlim, Londres, Nova York, e Madri – a capital paulista tem o segundo pior déficit de estacionamentos, sendo 132 veículos para cada 100 vagas. São Paulo só fica atrás da capital espanhola.

Por outro lado, São Paulo oferece as diárias mais baratas nos estacionamentos em comparação às cidades avaliadas. Com um valor médio de R$ 30, São Paulo está longe de preços como o de Londres, onde a diária sai, em média, por R$ 146.

A pesquisa da EY pesquisou os seguintes distritos paulistanos: Barra Funda, Bela Vista, Bom Retiro, Consolação, Itaim Bibi, Jardim Paulista, Lapa, Liberdade, Moema, Perdizes, Pinheiros, República, Santa Cecília, Sé e Vila Mariana. 

Sobre a EY

EY é líder global em serviços de Auditoria, Impostos, Transações Corporativas e Consultoria, comprometida em fazer sua parte para construir um mundo de negócios melhor. Os insights e os serviços de qualidade prestados ajudam a criar confiança nos mercados de capital e nas economias do mundo. A empresa desenvolve líderes excepcionais que inspiram suas equipes a entregar excelência a todos seus stakeholders. Dessa forma, a companhia desempenha um papel fundamental na construção de um mundo de negócios melhor para seus profissionais, clientes e comunidades.

A EY refere-se a uma ou mais empresas-membro da Ernst & Young Global Limited (EYG), organização privada constituída no Reino Unido, limitada por garantia e que não presta serviços a clientes.

Mais informações em: www.ey.com.br

Acompanhe em:
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#BetterWorkingWorld

Para mais informações e íntegra do estudo, entre em contato com o Grupo Máquina PR:

Amanda Trolezi – amanda.trolezi@grupomaquina.com – (11) 2573-4100/ 98490-6252
Priscila Pagliuso – priscila.pagliuso@grupomaquina.com – (11) 3147-7236/ 97430-2973
Diego Sartorato – diego.sartorato@grupomaquina.com – (11) 3147-7401/ 99875-4311

 

 

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