EY - Winning Women Brasil

Winning Women Brasil

Conheça a classe 2013

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Saiba quem são as mulheres empreendedoras que foram beneficiadas pelo programa:


 

Ada Mota (ADCOS)

Promover uma experiência de consumo diferenciada com dermocosméticos desenvolvidos especialmente para a beleza e saúde da pele brasileira é um dos fatores responsáveis pelos 20 anos de existência da marca ADCOS. A sócia fundadora, Ada Mota, que sempre admirou a área de cosmetologia e pesquisa científica, foi para a França no início da carreira em busca de novos conhecimentos. Ao retornar ao Brasil, associou-se a uma farmácia de manipulação do Espírito  Santo e, em 1993, fundou a ADCOS, que hoje está presente em mais de 20 Estados brasileiros com 62 lojas franqueadas  e 11 próprias. Nos planos de expansão, a meta é abrir 300 lojas até 2021.


Alcione de Albanesi (FLC - Fortune Light Company)

A inquietude de Alcione de Albanesi fez com que tudo na sua vida acontecesse de maneira tão rápida quanto, digamos, a velocidade da luz. Aos 17 anos, criou a confecção My Style e, aos 25, vendeu-a para criar em 1992 uma loja de material elétrico na Santa Ifigênia, em São Paulo. Em pouco tempo, fundou a FLC, que hoje é a empresa líder de vendas de lâmpadas econômicas no País e que já exporta para países da América Latina. Agora a FLC pretende aumentar sua atuação em todo o território nacional e internacional com a construção da primeira fábrica de LED do Brasil, a ser inaugurada em janeiro de 2014.


Ana Elisa Siqueira (Grupo Hospitalar Santa Celina)

Seja na vida profissional, seja no esporte, o sucesso depende de estratégia, planejamento e equipe alinhada. Levando essa premissa a cabo, Ana Elisa – atleta desde criança – conseguiu transformar uma empresa de atenção e internação domiciliar no Grupo Santa Celina, atualmente responsável por programas de promoção de saúde, prevenção de doenças e home care. Formada em medicina, Ana Elisa trabalhou em vários setores da saúde e notou que o modelo de gestão tradicionalmente usado no Brasil precisava ser mudado. Em 1998, nasceu a empresa, que hoje atende pacientes no País inteiro, com sede em São Paulo, Santos, Campinas, Rio de Janeiro e Brasília.


Elisabete Kim Shih (Super M e Atacadão da Moda)

Enquanto muitos empreendedores preferem trabalhar com as classes A e B, Elisabete Shih optou pelo caminho inverso. A arquiteta, filha de imigrantes coreanos, herdou da família a paixão por tornar a moda acessível aos brasileiros das classes C e D. Em 2007, seu pai fundou a loja atacadista de vestuário Super M e, desde então, ela recebeu a incumbência de expandir e modernizar os negócios. Atualmente seu desafio é enfrentar a concorrência asiática, gerenciar uma operação com mais de cem funcionários e ampliar o alcance do seu negócio por todo o País. Para 2014, Elisabete aposta nos comércios varejista e atacadista on-line e em lojas físicas situadas em São Paulo.


Fabíola Molina (Fabíola Molina Swimwear)

Para Fabíola Molina, não bastava treinar e conquistar boas marcas na época em que era atleta profissional. Também era importante estar bonita dentro das piscinas (fato extremamente compreensível para as mulheres). Incomodada com as marcas de sol e cores monótonas dos maiôs profissionais, começou a usar sunquínis coloridos nos treinamentos. A novidade chamou a atenção de outras atletas e fez emergir a ideia de criar uma confecção. A Fabíola Molina Swimwear – voltada para sunquínis, maiôs e sungas para natação e esportes aquáticos – foi fundada em 2004. Atualmente a marca tem representantes em 20 países e produz 3 mil peças por mês.


Gabriela Hunnicutt (Bold Conteúdo)

Bold – um tipo de letra usada para destacar partes importantes de um texto – sintetiza o propósito da empresa fundada em 2008 por Gabriela Hunnicutt: criar conteúdo relevante para as marcas nas plataformas digitais. Ela arriscou deixar a carreira bem-sucedida como redatora publicitária em grandes agências nacionais e internacionais para lançar uma empresa focada na criação e produção de conteúdo alinhado à estratégia de seus clientes. A aposta na exploração de uma área inovadora, praticamente sem concorrentes nos primeiros anos da Bold, deu certo. Com faturamento anual de mais de R$ 7 milhões em 2013, a empresa vai investir na área audiovisual em 2014.