Apetite por M&A diminui e otimização e desinvestimentos vão para o topo da agenda corporativa
Estudo "Capital Confidence Barometer" da Ernst & Young revela que chegou o momento de “colocar a ordem na casa”, São Paulo, 07 de maio de 2012 – Está em curso uma importante alteração no panorama econômico das companhias brasileiras. Após um período de intenso movimento de fusões e aquisições (M&A, na sigla em inglês), os empresários brasileiros estão agora mais focados na otimização da gestão e dos investimentos e também na consolidação dos ativos comprados. Essa é uma das principais conclusões do estudo Capital Confidence Barometer, que trata da confiança do empresariado e foi realizado globalmente com mais de 1,5 mil executivos. No Brasil, 33% dos empresários ouvidos afirmaram que o foco de sua empresa, nos próximos 12 meses, será a otimização dos investimentos, enquanto 24% deles disseram que será investimento. Na última pesquisa, feita em outubro de 2011, esses percentuais eram, respectivamente, de 5% e 50%.
Com esse novo foco na consolidação dos ativos, o interesse em M&A também ficou menor. Na pesquisada divulgada em abril de 2012, apenas 23% dos empresários brasileiros disseram que esperam realizar, nos próximos 12 meses, algum movimento de fusão ou aquisição. Trata-se de um patamar abaixo do verificado em outubro de 2011 (41%) e bem inferior ao observado há um ano, quando três em cada quadro respondentes (77%) acreditavam que iriam realizar operações de M&A nos 12 meses posteriores. Com isso, reduziu-se, entre os empresários brasileiros, o foco no crescimento (46%) em relação há seis meses, quando marcava 71%.
“A análise fria dos números pode parecer, em um primeiro momento, pessimista. No entanto, é preciso avaliar o contexto. Evidentemente, depois de um período de euforia, é natural que as atenções das empresas se voltem para dentro, em busca da otimização da gestão, do foco nos negócios de maior potencial e na busca por sinergia. Ou seja, é o momento de o M&A apresentar resultados. Com a melhora do ambiente econômico global, as companhias brasileiras já começam a se preparar para um novo ciclo de crescimento. Por isso, como mostra a pesquisa, os empresários estão desde já preocupados com o funding, que pode ser obtido, internamente, pela otimização dos ativos, bem como pela obtenção de capital no mercado – como mostra o aumento de 5 p.p. – de 27% para 32% – naqueles que colocam o raising de capital como preponderante na agenda econômica das empresas nos próximos doze meses”, explica Eduardo Redes, sócio de Transações da Ernst & Young Terco.
A pesquisa da Ernst & Young revela outro dado que corrobora esse cenário: 52% dos ouvidos comentaram que pretendem vender ativos nos próximos 12 meses. Seis meses atrás, eram apenas 14%. “Trata-se de um movimento natural após um período em que as empresas vão às compras. No mundo dos negócios, quando uma empresa compra outra, ela incorpora diversas operações e ativos diferentes. Em um segundo momento, irá focar nos negócios com maior potencial de sinergia ou de geração de lucro e também poderá vender ativos que fujam do seu core business ou que não sejam mais interessantes para a estratégia de negócios”, comenta Redes.
Resultados globais
Já os números globais mostram que um ambiente mais propício aos negócios ainda não está convencendo as grandes corporações a ir às compras. Somente 31% delas esperam realizar operações de M&A nos próximos 12 meses – queda em relação a outubro de 2011, quando esse percentual alcançava 41%. Trata-se do valor mais baixo desde o início da pesquisa, no final de 2009. Em comparação, o número de empresários que pretendem vender ativos aumentou um quinto, de 26% para 31%.
Em termos de aquisições, companhias dos segmentos de serviços financeiros, petróleo e gás, tecnologia e consumo, entre outros, disseram estar mais dispostas a fazer transações. Já empresas de mineração, automotivo e energia estão mais conservadoras. Quando perguntados onde fariam negócios, China, Índia, EUA, Brasil e Indonésia foram os top 5.
Sobre a Ernst & Young e a Ernst & Young Terco:
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No Brasil, a Ernst & Young Terco é a mais completa empresa de Auditoria e Consultoria, com 4.300 profissionais e 3.400 clientes. Em 2011 efetivou a parceria com o Comitê Olímpico Internacional (COI) no Brasil, assumindo o compromisso de suprir a organização com serviços de consultoria para os Jogos Olímpicos Rio 2016. O alinhamento dos valores do Movimento Olímpico aos valores da Ernst & Young Terco foi decisivo nessa escolha.
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