Research: Does it pay to let girls play?

Research: Does it pay to let girls play?

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Girls who play sports do better in school, suffer fewer health problems, achieve more in areas traditionally dominated by men, and hold better jobs as adults.

That’s according to a policy brief released by the Peterson Institute for International Economics in March 2014. The policy brief was made possible by support from EY.

The brief – “Women, Sports, and Development: Does It Pay to Let Girls Play?” – was written by Barbara Kotschwar, a research fellow at the Peterson Institute who is also an adjunct professor of Latin American studies and economics at Georgetown University.

The brief opens by celebrating the representation of women at the 2014 Winter Olympics. “With about half of the world’s countries participating, and hundreds of millions of people watching, the Olympics emphasizes the importance of sports and is a symbol for what girls can strive for,” it states. “While most girls who participate in athletics do not reach the Olympics, studies show that they do receive important and far-reaching benefits throughout their lives and that these effects reinforce and enhance each other, with comparable benefits for societies as a whole.”

Some highlights:

Mulheres que praticam esportes conseguem melhores notas na escola, sofrem menos problemas de saúde, obtêm melhores resultados em áreas tradicionalmente dominadas por homens e conseguem empregos melhores.

Tudo isso é baseado em um policy brief (resumo de políticas) divulgado pelo Peterson Institute for International Economics em março de 2014, o qual foi possível graças ao apoio da EY.

Tal apoio foi oferecido como parte de nosso compromisso em explorar as relações entre esportes e liderança, bem como o impacto que a participação das mulheres nos esportes pode ter na educação, saúde e desenvolvimento econômico global.

O brief – “Women, Sports, and Development: Does It Pay to Let Girls Play?” – foi escrito por Barbara Kotschwar, membro e pesquisadora do Peterson Institute e professora substituta de economia e estudos latino-americanos da Universidade de Georgetown.

O brief começa celebrando a representação das mulheres nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2014: “Com a participação de cerca da metade dos países do mundo todo e centenas de milhões de expectadores, os Jogos Olímpicos enfatizam a importância dos esportes e são um símbolo do que as mulheres podem conquistar”. “Embora a maioria das mulheres que pratica esporte não chegue às Olímpiadas, estudos mostram que tal prática gera benefícios importantes e amplos por toda a vida e que esses resultados reforçam e geram melhorias a outros resultados, com benefícios comparáveis para todas as sociedades como um todo.”

Alguns destaques:

  • Annual wages of former athletes are about 7 percent higher than for non-athletes. Research indicates that this positive relationship between participation in sports and educational and professional success applies as strongly – or more strongly – to girls and women.
  • Girls who play sports tend to do better in school, resort less to drugs, have better health, and have better workplace outcomes than those who do not.
  • The trend is especially striking among girls from minority groups, who appear to experience greater social and economic mobility, more confidence, and even more personal safety if they have participated in sports.
  • Many powerful female leaders have sports backgrounds -- including the first female president of Chile, Michelle Bachelet; Mexican Senator Ana Guevara; former US Secretary of State Hillary Clinton; PepsiCo CEO Indra Nooyi; Ellen Kullman, CEO of DuPont; and Weili Dai, cofounder of Marvell Technology Group.
  • Several programs around the world are aimed at overcoming barriers to girls’ participation in sports. For instance, Goals for Girls – a global program – provides disadvantaged girls access to health and education through the game of soccer, aiming to break down cultural and socioeconomic barriers. On a country level, the brief mentions programs in Kenya, Uganda, India, Brazil, El Salvador, Morocco, and Afghanistan, among others.
  • O salário anual de ex-atletas é aproximadamente 7% maior que o de não atletas. Pesquisas indicam que essa relação positiva entre participação nos esportes e sucesso educacional e profissional se aplica fortemente – ou mais fortemente – às mulheres.
  • Mulheres que praticam esportes tendem a conseguir melhores notas na escola, usar menos drogas, ter uma saúde melhor e obter melhores resultados profissionais do que aquelas que não os praticam.
  • Essa tendência atinge principalmente mulheres de grupos minoritários, as quais tendem a vivenciar uma maior mobilidade social e econômica, ter mais confiança e até demonstrar mais segurança pessoal se tiverem praticado esportes.
  • Diversas líderes importantes possuem histórico em prática de esportes – inclusive a primeira presidenta do Chile, Michelle Bachelet; a Senadora mexicana Ana Guevara; a antiga Secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton; a CEO da PepsiCo, Indra Nooyi; a CEO da DuPont, Ellen Kullman; e a cofundadora do Marvell Technology Group, Weili Dai.
  • Diversos programas no mundo todo têm como objetivo a quebra de barreiras para a participação das mulheres nos esportes. Por exemplo, o Goals for Girls – um programa global – oferece acesso à saúde e educação a mulheres desamparadas por meio do futebol, com o objetivo de quebrar barreiras culturais e socioeconômicas. O brief também menciona programas no Quênia, Uganda, Índia, Brasil, El Salvador, Marrocos e Afeganistão, entre outros.

Based on the evidence and stories, the brief makes a number of recommendations. One is guaranteeing equal access to facilities, equipment and mentors. While Title IX requirements in the US are a possible model, non-legislative steps can also bolster girls’ access to sports as well.

The brief also recommends incorporating physical education into primary and secondary school curriculums, as well as training teachers in gender sensitivity.

“Teachers should be trained to encourage girls to participate and to treat athletic participation as part of the school requirements,” the brief states. “Educators in developing countries are often already overstretched, but the opportunity cost of not involving girls in sports is too high.”

To learn more, download the full report from the Peterson Institute for International Economics.

Com base em evidências e histórias, o brief faz uma série de recomendações. Uma delas é garantir igualdade de acesso a instalações, equipamentos e profissionais. Embora os requerimentos do Title IX (Título IX) dos EUA sejam um possível modelo, medidas não legislativas também podem impulsionar o acesso das mulheres aos esportes.

O brief também recomenda incluir educação física nos ensinos médio e fundamental e educar os professores a respeito das diferenças de gênero.

De acordo com o brief, “Os professores devem ser treinados para incentivar as meninas a participarem das atividades esportivas e tratar tal participação como parte dos requerimentos escolares,”. “Os educadores de países em desenvolvimento muitas vezes já estão sobrecarregados, mas o custo de não envolver as mulheres nos esportes é muito alto.”

Para saber mais, baixe o relatório completo do Peterson Institute for International Economics.

The views of third parties set out in this publication are not necessarily the views of EY. Moreover, the views should be seen in the context of the time they were expressed.

As opiniões de terceiros emitidas nesta publicação não refletem necessariamente as opiniões da EY. Além disso, as opiniões devem ser vistas no contexto do período em que foram emitidas.

 

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