Na mira dos ataques cibernéticos

EY apresenta resultados de estudo sobre segurança da informação

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Nesta segunda-feira (9/12), executivos de grandes empresas brasileiras e multinacionais se reuniram na sede da EY, em São Paulo, para conhecer os resultados da 16ª Pesquisa Global de Segurança da Informação (Global Information Security Survey 2013). Com o tema “Na mira dos ataques cibernéticos”, a nova edição do estudo mostra como aprimorar, expandir e inovar as práticas de segurança da informação num momento em que 59% das 1900 empresas entrevistadas relataram um aumento no número de ameaças externas.

O evento proporcionou um debate entre Fernando Camarotti, CISO (Chief Information Security Officer) da Vale, Daniel Tupinambá, CISO da Embraer, Sérgio Kogan, Sócio de Segurança da Informação da EY, e Eduardo Batista, Diretor de Segurança da Informação da EY. Os executivos destacaram o momento atual da segurança da informação, as medidas que as empresas vêm tomando para se defender e as ações que ainda precisam ser executadas.

“Hoje, as ameaças se instalam dentro das organizações com o objetivo de sugar a estratégia de negócios, roubar dados confidenciais e espionar inovações em desenvolvimento, fatores que podem trazer grandes danos aos negócios”, disse Eduardo Batista, da EY. “Para lidar com essa realidade, é preciso compreender a segurança da informação como uma habilidade essencial dos negócios, e não mais apenas como proteção.” A partir deste mote, os participantes falaram sobre o alinhamento entre segurança da informação e a estratégia de negócios, a busca pelo novo perfil de profissional para a área e a necessidade de torná-la mais proativa.

O ganho de importância do departamento de segurança da informação dentro da empresa vem acompanhado não somente pela urgência do desenvolvimento de uma postura mais proativa mas, também, pela necessidade de aumentar a conscientização em relação às ameaças virtuais em toda a empresa. “A conscientização é cada vez maior, mas ainda há muito a fazer em relação ao envolvimento dos profissionais”, disse Sérgio Kogan, da EY. “Em relação à segurança da informação, o elo mais fraco acaba sendo não o tecnológico, mas o humano.”

Nesta página, veja mais materiais sobre os resultados da 16ª Pesquisa Global de Segurança da Informação – e acesse o link para conhecer o estudo na íntegra.

 

 

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