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EY lança EY’s Attractiveness Survey Portugal

Portugal é líder de investimento na Europa

A EY Portugal divulgou recentemente os hoje os resultados do estudo “EY’s Atractiveness Survey - Portugal”, que analisou a confiança de 203 investidores estrangeiros relativamente à atratividade e competitividade da economia portuguesa, e que revela que em 2017 o investimento estrangeiro em Portugal registou um valor recorde.

O estudo destaca que o desempenho de Portugal, relativamente ao IDE (Investimento Direto Estrangeiro), está entre os melhores da Europa à frente de países como a Espanha, a França ou a Alemanha. O relatório, que aponta Portugal como o país mais pacífico da Europa e o primeiro no ranking do Comércio Internacional Europeu, concluiu que se verificou um significativo aumento do número de projetos (com exceção da desaceleração em 2015) de 2016 para 2017, com um recorde de 95 projetos identificados. Este é o maior aumento verificado, ao longo dos anos analisados, e que registou um crescimento de mais de 61%.

Estes 95 projetos de IDE, 68 novos investimentos e 23 projetos de expansão geraram 7.657 empregos, só neste ultimo ano de 2017, com a Indústria a liderar 48% dos projetos e a garantir 41% do total de empregos criados. Em segundo lugar, o estudo identificou a Investigação & Desenvolvimento, como a atividade mais importante em termos de criação de emprego e que foi responsável por 18 novos projetos e gerou 1420 empregos, altamente qualificados.

Adicionalmente, 65% dos gestores inquiridos estão otimistas relativamente ao futuro de Portugal, um ligeiro aumento relativamente aos 62% registados no ano passado. 50% destes demonstraram interesse em aumentar os investimentos no país durante o próximo ano, o maior valor registado desde 2008 e que espelha também a perceção positiva relativamente a Portugal.

O estudo demonstra ainda o investimento dividido pelas 7 zonas diferentes do país, Norte, Centro, Lisboa, Alentejo, Algarve, Açores e Madeira no qual está representado o PIB das diferentes regiões, entre outras métricas como a população empregadora e o valor despendido para investimento. Sem grandes surpresas, Lisboa é a região mais atrativa, seguida pela região Norte, Centro, Algarve, Madeira, Alentejo e Açores. De qualquer forma, tal como se provou no último estudo realizado o ano passado, existe uma dualidade na perceção sobre o país, quer na vertente de investidores estabelecidos (que demonstram uma visão muito mais positiva dos fatores competitivos de Portugal) versus não estabelecidos, quer na competitividade regional entre Lisboa e região Norte (Porto) versus resto das regiões onde claramente as primeiras são percecionadas como o motor da competitividade do país.

Para Florbela Lima, Partner de Transaction Advisory Services da EY, “Em 2017, Portugal atraiu mais projetos e é hoje um lugar privilegiado em termos de investimento estrangeiro, com os investidores a revelarem sinais de aumento da confiança em virtude do clima de estabilidade nacional. O desempenho de Portugal permite que o país esteja hoje entre os melhores da Europa”.

Estes resultados do EY’s Atractiveness Survey – Portugal, refletem claramente os esforços que feitos nos últimos anos no sentido de atrair IDE e, em simultâneo, indicam as áreas de maior fragilidade em que é necessário tanto os órgãos legislativos, como associações empresariais e as próprias empresas apostarem. Os resultados provam que o nosso país é uma luz ao fundo do túnel no mindset de qualquer investidor estrangeiro”, conclui a responsável.

A estabilidade social característica de Portugal é, para 77% dos inquiridos, o principal fator de atratividade do país. O potencial de aumento da produtividade e os custos laborais são os dois fatores fundamentais para a avaliação positiva da estabilidade económica portuguesa, com 76% e 75%.

Quando questionados relativamente às oportunidades de melhoria, este estudo destaca três fatores fundamentais: a carga fiscal, que lidera a lista de aspetos que carecem de atenção, tal como os incentivos regionais e suporte específico, o mercado doméstico Português e os incentivos empresariais em geral.

Para consultar o estudo completo, por favor clique aqui.