1 minutos de leitura 2 jul 2020
EY business woman enjoying while working at home

EY Global Information Security Survey Angola 2020

por EY Angola

Firma de serviços profissionais multidisciplinares

1 minutos de leitura 2 jul 2020

Apesar do crescimento do número de ataques em cerca de 50% em Angola, o número de organizações Angolanas que foram vítimas de ataques com impactos significativos (15%) foi inferior à média global (42%).

OEY Global Information Security Survey AO (GISS AO PDF) deste ano, sondou vários líderes de cibersegurança de organizações Angolanas, e revelou que quase 50% destas enfrentaram um número crescente de ataques disruptivos em 2019. Além do mais, no decorrer do último ano, os ataques internos maliciosos foram responsáveis por 19% dos ataques de cibersegurança bem-sucedidos, de referir ainda que cerca de 26% dos ataques é de origem desconhecida. 15% das organizações em Angola foram vítimas de ataques com impactos significativos, bem inferior à média global de 42%. O facto de existirem menos ataques detetados em Angola e um número de ataques de origem desconhecida muito grande pode ser um indício de que ainda existem muitos ataques que não estão a ser detetados.

De acordo com este estudo, a relação das equipas de cibersegurança dentro das organizações ainda tem de evoluir bastante. Enquanto as equipas de cibersegurança geralmente mantêm boas relações com funções adjacentes, tais como IT, auditoria, risco e jurídica, existe uma desconexão latente com outras áreas de negócio. Quase três quartos (71%) dizem que a relação entre a cibersegurança e o marketing é, no melhor dos casos, duvidosa se não inexistente, enquanto 75% dizem que a relação com as direções de negócio é no seu melhor neutra quando não é duvidosa ou inexistente. Mais de metade (67%) dizem que o seu relacionamento com departamento financeiro, do qual dependem para autorização de orçamento, também é tenso. Têm de ser feito um esforço no desenvolvimento da função de Cibersegurança dentro das organizações de modo a existir uma maior alinhamento das capacidades de cibersegurança com as ameaças e riscos do negócio. Verificou-se que apesar do crescimento generalizado de ciberataques, apenas um terço das organizações em Angola afirma que a função de Cibersegurança é envolvida nas fases de planeamento de uma nova iniciativa de negócio e 8% nunca chegam e envolver a cibersegurança.

Para mais detalhes, assista ao webinar sobre o tema:
Artigo escrito por Sérgio Martins, Associate Partner EY, Cybersecurity

Resumo

O EY Global Information Security Survey Angola 2020 (GISS AO 2020) sondou vários líderes de cibersegurança de organizações Angolanas com o intuito de explorar os desafios de segurança da informação mais importantes que as organizações enfrentam nos dias de hoje.

Sobre este artigo

por EY Angola

Firma de serviços profissionais multidisciplinares