4 Minutos de leitura 26 mai 2020

Duplamente bumerangue: conheça a história de Mariana Schramm, gerente de Consulting

Por

EY Brasil

Organização de serviços profissionais multidisciplinares

4 Minutos de leitura 26 mai 2020
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Seguindo a série de entrevistas iniciada no ano passado pela newsletter Alumni, trazemos aqui mais um relato de uma profissional Bumerangue.

Neste caso, trata-se de um perfil ainda mais peculiar, já que a gerente de Consulting do escritório de Porto Alegre, Mariana Schramm, teve duas passagens anteriores pela EY até o último retorno, em dezembro de 2018.

A conversa a seguir revela quais foram os aprendizados e do que mais sentiu falta nas experiências fora da empresa.

Atualmente, quais são as suas principais responsabilidades na EY?

Hoje, eu sou gerente de Consulting, da sublinha de Risk, no escritório de Porto Alegre. Atuo, basicamente, em projetos de auditoria interna, software, gestão de risco e em empresas de diferentes segmentos, sejam instituições de educação, financeiras, ou de quaisquer outros perfis.

Quando ocorreram suas passagens anteriores pela EY e quando retornou?

Entrei na EY em 2008, no escritório do Rio de Janeiro, como consultora. Sou gaúcha e, por motivos pessoais, quis voltar para casa, então, pedi uma transferência para a filial de Porto Alegre. Na época, o nosso escritório aqui era pequeno e a área de Consulting ainda não era muito desenvolvida. Foi o que me motivou a buscar crescimento em outras empresas. Porém, em cerca de um ano, a EY de Porto Alegre se desenvolveu bastante, trazendo a chance de retornar à firma em 2012, dessa vez como sênior. Desempenhei a função por mais um ano e acabei saindo novamente, pois recebi um convite para ajudar a estruturar a área de processos e controles internos em uma empresa em fase de crescimento. Foi uma experiência muito enriquecedora, que durou quatro anos, quando o negócio foi vendido. Aproveitei para, finalmente, realizar a antiga vontade de morar fora por um período e estudar inglês. Quando retornei, entrei em contato com o pessoal da EY e, por coincidência, estavam em busca de novos profissionais. Fui chamada, então, para retornar novamente à EY em dezembro de 2018, e sigo aqui até hoje.

Como foi a sua experiência fora da EY?

A vida inteira estive acostumada a mudar de cidade por conta do trabalho do meu pai, que era militar. Trocava de amigos, escola, tudo. Por conta disso, aprendi a me adaptar às mudanças muito facilmente. Essa experiência de vida acabou sendo fundamental nas mudanças de empresas, tornando tudo bastante natural, tanto na saída da EY como no retorno. Isso, aliás, me ajuda dentro da própria EY, pois, trabalhando por projetos, temos constantes trocas de clientes e equipes, o que acho superpositivo.

Do que sentiu falta experimentando outras oportunidades no mercado?

O que mais senti falta foi do plano de carreira muito bem definido que temos na EY, além da flexibilidade de trabalho, como a prática do home office, constantemente incentivada, mesmo antes do período de isolamento. Em termos de infraestrutura, sempre estivemos preparados para poder atuar de qualquer lugar. Uma possibilidade que, mesmo que nem sempre usada, é muito importante.

O que motivou o teu regresso à EY?

Além de manter um bom contato com o pessoal com quem convivia, sempre gostei do dinamismo do trabalho da EY. Então, apesar de ter buscado outras oportunidades de crescimento profissional em alguns momentos, me atraíram muito as duas chances de retornar à empresa.

De que maneira sua experiência fora da EY te ajudou a perceber aspectos positivos da firma que não haviam sido identificados?

A efetividade do planejamento de carreira é bastante nítida quando se está fora da empresa. No mercado em geral, é muito difícil subir de hierarquia sem que alguém saia de uma posição acima de você. Já na EY, todos têm espaço para crescer, o que, inclusive, torna o relacionamento com os pares melhor, sem clima de competição. Ficou evidente, para mim, que a ascensão profissional na EY depende muito mais de seu desempenho do que de qualquer outra condição. Além disso, existe o acompanhamento de carreira, com conselheiros nos ajudando no caminho dentro da EY, o que não vi em nenhuma outra empresa por onde passei.

Como sua experiência fora da EY contribuiu para a sua carreira e como isso vai te ajudar nesta nova fase na EY?

Além da questão da adaptabilidade, para conhecer outros perfis de empresas, onde pude participar de projetos do começo ao fim, do desenvolvimento à implementação total. Isso me permitiu ter uma visão mais global de atuação e ajuda a enxergar o todo do que desenvolvo na EY, percebendo como os processos que temos aqui ajudam a tornar os processos mais eficientes e ágeis.

 

Resumo

Confira a entrevista com nossa bumerangue Mariana Schramm, como parte de nossa serie de Histórias de Alumni!

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