Comunicado de imprensa

11 set 2019

EY participa de painel de discussão sobre equidade de gêneros em evento da WILL

Executivos discutiram formas de estimular a liderança das mulheres

São Paulo, 11 de setembro - O empoderamento das mulheres no mercado de trabalho é um dos pilares globais da EY e, para incentivar o diálogo e colaborar para o rápido acesso da liderança corporativa feminina no país, a EY participou, a convite da ONG WILL (Women in Leadership in Latin America) e do Goldman Sachs, da 5ª edição do painel “Convidando os homens para o debate”. O encontro aconteceu na noite do dia 10 de setembro, no auditório do Goldman Sachs em São Paulo.

CEOs e executivos de diversos setores participaram do encontro, que está em sua quinta edição e é o único a reunir somente lideranças masculinas para tratar do tema. O objetivo é inserir os homens na discussão para saber o que eles pensam. O tema desta vez foi “Liderança feminina gera lucro?”.  

O encontro contou com a participação de Ted Acosta, presidente da EY para LAS  e keynote speaker do painel; Silvia Fazio, presidente da WILL e sócia da Norton Rose FulBright; Teresa Vernaglia, CEO da BRK Ambiental; Britaldo Pedrosa Soares, presidente do conselho da ABDIB; João Alberto, CEO da Rumo Logística; Luiz Pretti, diretor-presidente da Cargill e presidente do conselho da AMCHAM; e de Tito Andrade, CEO da Machado Meyer.

Ted Acosta apresentou uma pesquisa encomendada pela EY ao Peterson Institute for International Economics (um dos principais institutos de estudo e pesquisa focado em economia internacional, com sede em Washington, DC), abordando como a inclusão das mulheres em cargos de liderança ajuda a impulsionar o crescimento e a lucratividade.

“Segundo o estudo, há uma correlação direta entre a porcentagem de mulheres na diretoria e a lucratividade das empresas. As empresas e regiões do mundo que tiveram progresso na inclusão das mulheres também registraram aumentos contínuos no retorno sobre os ativos, lucratividade e desempenho econômico regional. Portanto, é clara a ligação entre a inclusão e o desenvolvimento das mulheres, de um lado, e os motores do desempenho competitivo, de outro. Em resumo, as mulheres impulsionam a lucratividade, a competitividade e o progresso social”, disse o chairman e CEO da EY para a América Latina-Sul.

“Mas tudo isso depende do uso de nossos recursos como líderes para engajar, inspirar, exigir e assumir responsabilidade pelo progresso. Trata-se de realizar o potencial. Dar atenção às mulheres simplesmente torna nossas empresas melhores, mais lucrativas e mais alinhadas a nosso propósito público”, ressaltou.

Na EY, duas de suas maiores regiões – Américas e EMEIA, que representam cerca de 85% de seus negócios globais – são lideradas por mulheres. Ted destacou ainda a prioridade dada à inclusão das mulheres em todos os níveis da EY – patrocinando a educação e o desenvolvimento, o recrutamento, promovendo a flexibilidade no local de trabalho, a mentoria, e posições críticas de liderança e serviço ao cliente.

“Também fizemos da igualdade de gênero um elemento crítico de nossa estratégia de marca, incluindo a celebração do empreendedorismo feminino ao redor do mundo por meio de programas como o “Entrepreneurial Winning Women”, e colocando a inclusão das mulheres no centro de nossa promessa de marca, como fizemos com os Jogos Olímpicos Rio 2016”, concluiu.

Desde 2017, diversas empresas brasileiras adotam um guia publicado pela revista EXAME sobre Liderança feminina no local de trabalho. A EY atuou como parceira estratégica da WILL na criação dessa referência de mercado, que surgiu a partir de uma revisão e monitoramento estratégico dos objetivos e atividades da organização no Brasil.