Comunicado de imprensa

11 dez 2019

Investimento para resposta a ataques cibernéticos e privacidade é feito por 71% das empresas globais

Levantamento realizado pela EY também apresenta outros fatores que estão no radar das companhias que ainda precisam se adequar à nova Lei de Proteção de Dados

São Paulo, 11 de dezembro de 2019 – Sancionada em agosto de 2018 pelo ex-presidente Michel Temer, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) entrará em vigor a partir de agosto de 2020. Com isso, a preocupação de grandes empresas em investir em proteção contra hackers vem aumentando. De acordo com a EY, em uma análise feita com base na segurança cibernética das 100 maiores empresas dos Estados Unidos, 71% dos CEOs afirmam que passaram a investir mais em projetos e ações internas, visando proteger as organizações contra os riscos de vazamento de dados.

Outros fatores também foram analisados neste estudo, tais como a supervisão do comitê no nível da diretoria, quais são as qualificações do diretor sobre o assunto, se há engajamento dos acionistas em questões ligadas a segurança cibernética, qual a divulgação dos fatores de risco, se há educação e treinamentos internos para conscientizar, além  de simulação de ataques cibernéticos.

Quanto a supervisão do assunto dentro das empresas, 84% dos entrevistados revelaram que possuem pelo menos um comitê da diretoria responsável por observar as questões de segurança cibernética, enquanto, por outro lado, 20% revelou que essa supervisão é realizada por comitês específicos de risco e tecnologia. Dos diretores, 41% incluíram experiência em segurança cibernética entre suas principais qualificações. Já sobre treinamentos e educação interna para reduzir os riscos de cibersegurança, somente 15% das empresas afirmaram ter isso como prática.

No Brasil, recentemente, algumas companhias brasileiras já foram notificadas por não terem medidas consideradas essenciais para proteger as informações de seus usuários e sistemas. Caso a Lei Geral de Proteção de Dados já estivesse em vigor, estas empresas poderiam ser multadas entre R$ 50 milhões e/ou 2% de seu faturamento total.

Ainda no começo deste ano, o EY Center for Board Matters realizou uma série de jantares privados com aproximadamente 100 líderes que representavam cerca de 200 empresas públicas. A partir desta conversa foi possível chegar à conclusão de quais são as principais ações que as lideranças das companhias deveriam considerar com relação a se protegerem ainda mais contra os riscos cibernéticos. São elas:

·       Definir qual é o grau de importância da proteção cibernética para a empresa;

·       Buscar meios para assimilar o valor dos riscos ligados ao aspecto econômico;

·       Entender quais são os processos da companhia para poder identificar, avaliar e gerenciar riscos;

·       Estabelecer mecanismos, independente de mensuração, para o programa de gerenciamento de risco de segurança cibernética e se ele é avaliado de maneira adequada por um terceiro que se reporta a alta administração;

·       Avaliar a abrangência da capacidade de resposta e recuperação da empresa, incluindo protocolos e simulações de crise com especialistas.

Acesse na íntegra o estudo da EY sobre Inteligência cibernética

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