Comunicado de imprensa

14 jul 2020

EY leva transformação digital a serviços de gestão tributária

Empresa amplia investimentos na estrutura de Global Trade no Brasil e projeta forte crescimento para 2021

São Paulo, 14 de julho de 2020 –Em busca de maior retorno financeiro e menor custo operacional para os clientes, a EY ampliou o investimento em tecnologia para apoiar empresas na gestão tributária dos regimes aduaneiros especiais, como o Recof-Sped e Repetro Industrialização. Por meio do serviço de BPO (Business Process Outsourcing), a empresa garante às indústrias exportadoras toda a administração do sistema, com análises sobre como melhorar normas de compliance, além de observar oportunidades tributárias a partir das obrigações acessórias.

“Trouxemos a metodologia ágil de projetos, com foco na experiência do cliente e conceitos de design thinking, para inovar na oferta deste serviço. A expectativa é crescer 17% no próximo ano, utilizando as novas tecnologias desenvolvidas para potencializar os resultados nas empresas”, afirma Ian Craig, sócio-líder de Consultoria em Comércio Exterior. Atualmente, a área de Global Trade da EY Brasil conta com mais 50 profissionais especialistas tributários, em trade compliance e em comércio exterior. Por meio do regime aduaneiro especial, empresas podem importar ou adquirir no mercado local, com a suspensão dos tributos de II, IPI, Pis, Confins, AFRMM e ICMS (nos estados de SP, RJ e PR), mercadorias que serão aplicadas no processo produtivo de artigos destinados à exportação. Parte da produção também pode ser vendida no mercado local.

Em 2019, o número de empresas habilitadas no regime chegou a 63, pelas quais US$ 12,3 bilhões em importações (7% das importações totais) e US$ 12,5 bilhões em exportação (5,5% do valor total das exportações) foram amparados pelo Recof. Profissionais da área apontam que atualmente existem 1900 empresas com potencial entrada, o que representaria um salto na competitividade do produto brasileiro no mercado global. "Hoje, todas as empresas querem ser mais eficientes e competitivas no mercado global. Como o custo Brasil é alto, as companhias precisam utilizar instrumentos que possibilitem otimizar o fluxo de caixa, com aplicação do material importado para o mercado nacional, sem acúmulo de multas e juros”, complementa Fernando Fagiani, diretor-executivo de Digital Global Trade.

Dessa forma, a EY espera habilitar novas indústrias no regime e expandir as vantagens de ganhos logísticos, a melhoria dos controles internos, a flexibilidade no planejamento a diversos setores brasileiros como farmacêutico, mineração, automotivo e químico.

 Sobre a EY

A EY é líder global em serviços de Auditoria, Impostos, Transações Corporativas e Consultoria. Presente em mais de 150 países, tem o propósito de construir um mundo de negócios melhor. Nossos insights e serviços ajudam a criar confiança nos mercados de capitais e nas economias ao redor do mundo. No Brasil, formamos um time de cinco mil profissionais e temos escritórios em 12 cidades. Com o centro de inovação colaborativa wavespace™, o Cybersecurity Center e o Analytics Hub, a EY está preparada para apoiar as empresas na transformação digital e nos movimentos de disrupção da Indústria 4.0.

 

Informações para a imprensa – EY: 

In Press Porter Novelli

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