Comunicado de imprensa

1 jun 2021

Segundo EY, 14% dos brasileiros recorrem a empréstimos em decorrência da pandemia

Pesquisa da EY mostra os impactos causados pela Covid-19 no processo de endividamento de pessoas físicas no Brasil e confirma a tendência de aumento na busca por bancos digitais

São Paulo, 1 de junho de 2021 – Desde o início de 2020, a pandemia do novo coronavírus vem causando muitos impactos à sociedade, trazendo como consequências as grandes perdas sofridas pela economia global. Nesse cenário, a EY, líder global em serviços de Auditoria, Consultoria, Impostos, Estratégia e Transações, anuncia o lançamento do estudo Crédito PF - Impactos da Covid-19 no Endividamento das Pessoas Físicas, resultado da pesquisa realizada com 2 mil brasileiros para entender os impactos da Covid-19 no endividamento das pessoas físicas.

"Se antes da pandemia as pessoas já tinham que lidar com dívidas específicas, mas ainda assim com algum controle, na medida do possível, a pandemia mudou todo o cenário, levando muitos a aumentar seu grau de endividamento por um prazo maior e indeterminado", explica o sócio-líder de Risco e Finanças para o Setor Financeiro da EY Brasil, Rui Cabral.

Entre os entrevistados, 14%, em média, buscaram fontes adicionais de recursos por meio de empréstimos, recorrendo à família e aos amigos (7%) ou a instituições financeiras (7%), sendo este um comportamento ligeiramente maior entre aqueles com renda mais baixa. Considerando todas as faixas de renda, 33% dos entrevistados relataram realizar serviços temporários como complemento da remuneração, enquanto 51% disseram não contar com outra fonte de recursos.

Bancos tradicionais seguem na preferência

Entre os 7% que buscaram crédito em decorrência da pandemia, o estudo da EY mostra que os bancos tradicionais ainda representam a preferência para 78% dessas pessoas, porém, é possível observar um aumento na procura por bancos digitais e fintechs, representando 15%, principalmente entre os mais jovens.

O cenário de maior procura pelo crédito privado vem ocorrendo como resultado de diversas melhorias. Entre os bancos tradicionais, a facilidade ao acesso ao crédito ocorre em grande parte devido a um processo menos burocrático (33%), enquanto no caso das fintechs e dos bancos digitais o grande atrativo são os prazos mais flexíveis (31%) e taxas de juros menores (19%).

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