O que é o Open Investment?

Por Jamiu Antunes

Sócio-líder de Estratégia e Transações para serviços financeiros

Jamiu Antunes é sócio-líder da EY, com mais de 13 anos de experiência profissional. Sua expertise inclui consultoria de transações, valuation e M&A, e desenvolvimento de modelos de avaliação.

3 Minutos de leitura 24 set 2021

Para entender o Open Investment, precisamos primeiro conhecer o Open Banking.

OOpen Banking é uma força disruptiva no setor financeiro, e promete alterar a forma como os clientes se relacionam com seus bancos e prestadores de serviços financeiros, introduzindo novos canais e promovendo inovação e concorrência nos produtos financeiros.

O Brasil, de forma inovadora, irá promover o compartilhamento de dados dos produtos e dos serviços de investimento entre as instituições financeiras participantes, em uma etapa apelidada de Open Investment:

  • O compartilhamento de informações deverá ser recíproco: todas as instituições com direito a receber terão a obrigação de fornecer dados.
  • Dados dos clientes só poderão ser compartilhados com consentimento: instituições devem estar habilitadas ainiciar e interromper a troca de dados conforme decisão do investidor.

A construção do Open Investment se dará por meio de um modelo brasileiro  híbrido, cabendo ao Banco Central do Brasil definir princípios, regras gerais e um escopo mínimo de dados e serviços, enquanto o mercado participa ativamente das definições de implantação por meio de uma convenção.

O Open Investment busca a criação de um ambiente inédito, com objetivos de:

  • Promover a concorrência, transparência de preços e amplificar a oferta de produtos e serviços financeiros para os clientes;
  •  Incentivar a inovação e dinamismo ao sistema financeiro; 
  • Propiciar ao público de varejo e PMEs, acesso a mais opções de produtos e serviços, com menos custos e mais agilidade; 
  •  Aumentar a inclusão financeira e o poder de negociação do investidor.

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Resumo

O Open Banking é uma força disruptiva no setor financeiro, e promete alterar a forma como os clientes se relacionam com seus bancos e prestadores de serviços financeiros.

Sobre este artigo

Por Jamiu Antunes

Sócio-líder de Estratégia e Transações para serviços financeiros

Jamiu Antunes é sócio-líder da EY, com mais de 13 anos de experiência profissional. Sua expertise inclui consultoria de transações, valuation e M&A, e desenvolvimento de modelos de avaliação.