Comunicado de Imprensa

12 abr 2021 Lisbon, PT

Guy Villax, CEO da Hovione, é o vencedor do EY Entrepreneur Of The Year

O líder da Hovione representará Portugal no EY World Entrepreneur of the Year, a ter lugar em junho próximo.

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  • O líder da Hovione ganhou o principal galardão da 8.ª edição do prémio que reconhece a importância do empreendedorismo para o crescimento económico do país.
  • Espírito empreendedor, desempenho financeiro, estratégia, impacto nacional e global, inovação e integridade pessoal pesaram na decisão do júri.
  • O vencedor representará Portugal no EY World Entrepreneur of the Year, em junho.
  • António Oliveira, da OLI, Sistemas Sanitários S.A., e Rupert Symington, da Symington Family Estates, também foram distinguidos – com os prémios Inovação e Internacional, respetivamente.

Lisboa, 12 de abril de 2021. Guy Villax, da farmacêutica Hovione, venceu o prémio EY Entrepreneur of the Year. António Oliveira, da OLI, Sistemas Sanitários S.A., e Rupert Symington, da produtora de vinhos e vinhos do Porto Symington Family Estates receberam o Prémio Inovação e o Prémio Internacional, respetivamente.

Receber este prémio “é um reconhecimento que dá muita satisfação”, afirma Guy Villax, CEO da Hovione. O vencedor realça que “esta é uma distinção importante para a empresa, mas sobretudo importante para as pessoas que ali trabalham e é a elas, por isso, que agradeço em primeiro lugar”. 

Vencer o EY Entrepreneur of the Year significa ser empreendedor, mas também ser conquistador. De experiência, de etapas, de vitórias, de aprendizagens. Para Guy Villax, as empresas precisam de saber reinventar-se: “Uma empresa se é estática, morre. Tem de estar constantemente a ver as oportunidades, constantemente a ver o que é que tem de fazer para estar à frente da concorrência, e a inovação é central”. 

No caso da Hovione, especifica, é certo que “uma empresa de 60 anos tem tradição, tem valores, mas a inovação estava lá no primeiro dia”. E adianta: “Podemos ser conservadores na área financeira, mas em tudo o que seja tecnologia, acho que somos os primeiros a ir para a parte funda da piscina”. 

João Alves, Country Managing Partner da EY Portugal, destaca a importância deste prémio que “existe há praticamente quatro décadas a nível global, há 16 anos em Portugal, e que é uma forma de a EY celebrar a importância do empreendedorismo, celebrando os bons empreendedores”. Sobre o vencedor, o mesmo responsável, falando em nome da EY Portugal assume que “ficámos muito satisfeitos com a escolha do júri, pois a Hovione é um excelente exemplo de como, a partir de Portugal, há empresas que se conseguem afirmar em áreas muito exigentes e competitivas, tornando-se referências mundiais nos seus setores de atividade. Tenho por isso toda a confiança que o Guy Villax será um belíssimo representante de Portugal no prémio internacional que terá lugar no próximo mês de junho”.

Guy Villax representa a segunda geração da sua família, enquanto gestor executivo da empresa farmacêutica há cerca de 20 anos. Durante este período, “criou um novo estádio de desenvolvimento para a Hovione”, nota António Gomes Mota, Presidente do júri e Presidente do Instituto Português de Corporate Governance (IPCG). A vários níveis. “Uma empresa com clara afirmação internacional, uma empresa diversificada, uma empresa inovadora, apostando muito em Investigação & Desenvolvimento, sendo hoje player mundial e unidade de referência em termos industriais no setor farmacêutico”, comenta o responsável pela votação.

António Gomes Mota reconhece que, tal como nas edições anteriores, a escolha do EY Entrepreneur of the Year foi difícil, porque “qualquer um dos cinco candidatos podia ter ganho qualquer um dos prémios”. Mas “houve uma particularidade este ano”, sinaliza. Devido à crise pandémica, o processo de decisão foi dilatado em cerca de um ano. O que, “na prática, nos permitiu ver também como é que estes empresários, como é que estas empresas se comportaram na crise em termos de resiliência, de transformar dificuldades em oportunidades, de ter também alguma consciência social importante. Pudemos revisitar, reavaliar e revalidar ainda com maior intensidade a qualidade destas mesmas candidaturas”, enfatiza.

Para as decisões agora anunciadas, o júri desta edição – composto ainda por Clara Raposo, Presidente do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), Isabel Ucha, CEO da Euronext Lisbon, Vera Pinto Pereira, CEO da EDP Comercial e da EDP Soluções Comerciais, António Amorim, Presidente da Corticeira Amorim, Steven Braekveldt, CEO da AGEAS Portugal; Vasco Antunes Pereira, CEO da Lusíadas Saúde e Dionísia Ferreira, ex-Administradora dos CTT – considerou o percurso profissional dos vencedores, avaliando seis parâmetros: espírito empreendedor, desempenho financeiro, estratégia, impacto nacional e global, inovação e integridade pessoal. Foram estas características que fizeram distinguir também António Oliveira, da OLI, Sistemas Sanitários S.A.e Rupert Symington, da Symington Family Estates. 

“Só com inovação é que nos conseguimos diferenciar e criar valor”, acredita António Oliveira, da OLI, vencedor do Prémio Inovação. Para tal, defende, tem de haver condições para distribuir esse valor e “é preciso continuar a criar boas condições para todos aqueles que trabalham connosco”. O segredo para conseguir reunir as condições para chegar ao valor? “Imaginar, nunca desistir dos desafios, sejam eles quais forem. Todos os desafios são possíveis de serem ganhos, desde que consigamos criar, inovar, encontrar soluções, dar a volta aos problemas. Todos os dias há novos desafios e oportunidades de crescimento e de surpreender. Determinação, rigor e nunca desistir”, recomenda o empresário.

O vencedor do Prémio Internacional destaca-se pela sua atividade nos mercados externos. “O nosso produto primário não se pode produzir em mais lado nenhum, só aqui”, sublinha Rupert Symington, da Symington Family Estates. O empresário refere que a imagem dos vinhos portugueses no estrangeiro não é melhor e que esse tem sido o seu desafio nos últimos vinte anos – acrescentar valor à imagem portuguesa ao nível dos vinhos. Além das suas qualidades enquanto empreendedor e do crescimento sustentado da empresa que representa, é igualmente por este trabalho que foi distinguido pela EY. 

António Carlos Rodrigues (Grupo Casais) e Carlos Mendes Gonçalves (Casa Mendes Gonçalves) também foram entronizados no grupo restrito de cinco finalistas deste programa, que em oito edições teve pouco mais de quarenta candidatos a merecerem este reconhecimento do júri. Ambos têm igualmente um percurso que os distingue como empreendedores de sucesso, com um papel determinante na estratégia de crescimento das respetivas empresas. 

Todos estes empreendedores dão a cara por negócios já consolidados e com anos de história para contar, e distinguem-se pela sua capacidade de identificar oportunidades, pela forma como constroem e lideram equipas com vista a um objetivo comum, pela sua resiliência perante as adversidades. Mas não só. Para o seu reconhecimento nesta competição da EY conta ainda a sua capacidade de partilhar o sucesso com a comunidade, liderando ou apoiando causas que estendem a criação de valor muito além da sua atividade empresarial. 

O EY Entrepreneur of the Year volta assim a reconhecer empreendedores que são essenciais para o crescimento económico do pais. Não só pela sua capacidade de transformar ideias em negócios, mas também por serem capazes de promover inovação, criar emprego e gerar impacto social.

Para saber mais informações, contacte: Telma Franco

Telma Franco

Sobre o Entrepreneur Of The Year
O Prémio EY Entrepreneur Of The Year foi criado nos Estados Unidos da América, em 1986, com o objetivo de reconhecer e incentivar os Empreendedores que se distinguem pela criatividade, pelo investimento pessoal num projeto de empresa, pela visão e pelo sucesso alcançado.
Desde então, o programa foi sendo estendido a todos os continentes, conquistando um sucesso e um reconhecimento sempre crescentes. Líderes como Jeff Bezos, da Amazon, Howard Schultz, da Starbucks, Michael Dell, da Dell Computer Corporation, e Guy Laliberté, fundador do Cirque du Soleil, já foram vencedores do galardão. Em Portugal o EoY conta já com oito edições, com centenas de candidatos entre os melhores empreendedores do País e um quadro de vencedores constituído por: Belmiro de Azevedo (Grupo Sonae), Carlos e Jorge Martins (Grupo Martifer), Carlos Moreira da Silva (BA Glass), Dionísio Pestana (Grupo Pestana), Manuel Alfredo de Mello (Nutrinveste), Bento Correia e Miguel Leitmann (Vision-Box) e António Amorim (Corticeira Amorim).

Sobre a EY
A EY é líder global em auditoria, assessoria fiscal, assessoria de transações e assessoria de gestão. Os insights e serviços de qualidade que prestamos ajudam a credibilizar e a construir confiança nos mercados de capitais e em economias de todo o mundo. Desenvolvemos líderes e equipas que trabalham para cumprir as expectativas dos nossos stakeholders. Assim, temos um papel importante na construção de um melhor mundo de negócios para os nossos colaboradores, os nossos clientes e as comunidades em que nos inserimos. EY refere-se à organização global de firmas relacionadas com a Ernst & Young Global Limited, cada uma das quais é uma entidade legal separada. A Ernst & Young Global Limited, baseada no Reino Unido, não presta serviços a clientes. Para mais informações sobre nossa organização, visite www.ey.com.