Madalena Oliveira e Silva

Presidente da AICEP

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Neste episódio do Palavra de CEO, recebemos Madalena Oliveira e Silva, presidente da AICEP, que partilha uma visão clara e pragmática sobre o papel da agência na promoção do investimento, na internacionalização das empresas portuguesas e no crescimento sustentado da economia nacional.

“Na AICEP, há um sentido de serviço público e de que conseguimos fazer crescer a economia.”

Serviço público, talento e liderança

Madalena Oliveira e Silva sublinha o compromisso da AICEP com o país e com as pessoas, destacando os talentos portugueses como um dos maiores fatores de atratividade de Portugal:

“Os portugueses são excelentes trabalhadores e temos talentos cobiçados por todo o mundo.”

Reflete também sobre liderança no feminino, trazendo uma visão prática e orientada a resultados:

“Acho que as mulheres são muito pragmáticas e isso faz diferença na liderança.”

Atração de investimento e competitividade internacional

Ao longo da conversa, são destacados os fatores críticos na captação de investimento, desde a localização e condições estruturais até à concorrência direta com outros países europeus:

“A República Checa, a Eslováquia e a Polónia são sempre concorrentes de peso para Portugal.”

A presidente da AICEP aborda ainda o impacto das rotas logísticas, do contexto internacional e das transformações geopolíticas nas decisões de investimento:

“As alterações das rotas logísticas custam muito à economia.”

“O maior desafio é o contexto geopolítico e internacional em que estamos a trabalhar.”

Internacionalização

A internacionalização das empresas portuguesas surge como o eixo mais exigente, não por falta de qualidade, mas por limitações estruturais:

“A internacionalização é o eixo mais desafiante, pelos obstáculos da dimensão das empresas, da marca e do financiamento.”

Ainda assim, há oportunidades claras: “Temos condições de atração muito relevantes na área da economia digital.”

O futuro da AICEP

A conversa termina com uma visão de legado e ambição:

“Gostaria de deixar uma AICEP mais forte, mais focada no essencial, mais seletiva e com um serviço mais diversificado.”

Uma entrevista que oferece uma visão estratégica sobre como Portugal se posiciona no mundo e como pode ir ainda mais longe.