Worten e a revolução inteligente: Decisões guiadas por dados
Neste terceiro episódio do caso de sucesso da Worte, José Henriques, Data & Analytics Director da Worten, e Luís Miguel Gomes, Director EY, Technology Consulting, exploram como a inteligência artificial e os dados estão a transformar a forma como a Worten toma decisões, reposiciona o negócio e aproxima tecnologia e operação. Uma conversa sobre cloud, governance, integração e o futuro das organizações inteligentes.
Qual é o verdadeiro impacto da inteligência artificial nas organizações?
“A IA veio para ficar. Estamos perante uma nova revolução — a revolução inteligente. Pela primeira vez, as organizações conseguem incorporar inteligência nos seus processos de negócio sem intervenção humana direta. Isso permite decisões mais racionais, menos influenciadas por bias ou contexto pessoal, e com maior potencial de escala.”
Como é que a Worten tem estruturado esta transformação baseada em dados?
“Assentamos a nossa estratégia em três pilares: tecnologia cloud, que garante disponibilidade e capacidade de processamento; data governance, que assegura que chamamos batatas às batatas e melões aos melões; e um modelo de desenvolvimento próximo do negócio, onde as equipas técnicas são parte integrante da operação. Estes três vetores criam um ciclo virtuoso que tem sido chave para o sucesso.”
Qual tem sido o papel da EY nesta jornada?
“Mais do que uma parceria, a EY é uma extensão natural das nossas equipas. A colaboração está tão integrada que já é difícil distinguir quem é quem. Tem sido um casamento muito proveitoso, com impacto real na adoção e na execução dos projetos.”
Qual a principal lição aprendida ao longo deste percurso?
“A primeira é clara: usar IA para resolver problemas de negócio. A tecnologia só faz sentido se acrescentar valor à organização. A segunda é aproximar as equipas técnicas dos modelos de negócio — sair da ‘caixa’ e trabalhar lado a lado com quem conhece os desafios operacionais. Isso alavanca muito mais a adoção e o impacto.”