A exposição apresenta, inicialmente, um conjunto de sete artistas convidados – Diogo Amaro, Henriette Arcelin, Maria Pratas, Mariana Filipe, Sara Marques, Sofía Esquível e Vasco Águas. Mas, neste projeto para a Galeria EY, serão convidados três novos artistas para desenvolverem e criarem obras a integrar a exposição, com a mesma ferramenta e metodologia, em colaboração com André Matos.
O projeto propõe a valorização das práticas artesanais, transmitidas e aperfeiçoadas ao longo de gerações, num contexto contemporâneo, com a criação de pontes entre a manualidade e novas ferramentas criativas. A exposição combina três núcleos principais, desde elementos informativos em ecrã, painéis ou vinis que contextualizam as obras e os processos criativos; a peças físicas prototipadas e desenvolvidas em colaboração entre artesãos e IA, com elementos em madeira, têxtil e cerâmica; e a projeções de depoimentos dos artesãos sobre o uso da IA nos seus processos criativos.
As obras estarão em exposição na Galeria da EY a partir de 1 de abril, coincidindo com os dois anos da mudança da EY para o edifício ALLO, em Alcântara. Para celebrar este marco, a Galeria abrirá as portas a um número limitado de visitantes, que podem ganhar uma entrada para esta exposição através de um passatempo a decorrer no Instagram da EY até dia 8 de abril. Mais informação aqui.
Este é mais um reflexo do apoio à arte e à cultura que tem guiado o caminho da EY, contribuindo para o pensamento crítico, o reconhecimento da comunidade onde atua e o fortalecimento das relações entre colaboradores e clientes, parceiros e restantes stakeholders.