4 minutos de leitura 7 nov 2019
Engenheiro responsável pelo acondicionamento de contentores de carga

Como é que os executivos estão a atuar de forma estratégica no âmbito da disrupção no comércio global

por

Robert Smith

EY Americas US Global Trade and VAT Leader

Experienced at helping companies to manage their global indirect tax function in developing and developed markets.

4 minutos de leitura 7 nov 2019
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A disrupção no comércio global continuou a dominar as manchetes. Questionámos 1.700 por executivos forma a compreender o impacto que este fenómeno teve nas suas empresas.

A disrupção no comércio global continua a dominar as manchetes mundiais, incluindo o aumento das tarifas entre os EUA e a China, disputas entre os EUA e a UE, o Brexit, os avanços nas negociações entre os EUA e o Japão e a expansão de outros conflitos comerciais em várias localizações geográficas. Os executivos deverão reagir, avaliando e implementando diferentes estratégias para mitigar o impacto da disrupção.

Leia o relatório completo aqui (pdf).

Resultados do questionário

Durante um webcast recente, os profissionais da EY entrevistaram cerca de 1.700 executivos de modo a compreender o impacto da disrupção do comércio global nas suas empresas, quanto tempo estes acham que irá durar e as estratégias que estão a implementar para responder a este fenómeno.

Relativamente às principais preocupações dos entrevistados, a maioria (63%) focou-se nos custos e na incerteza das negociações comerciais. Muitos executivos acreditam que a disrupção irá prolongar-se, com mais de 50% dos participantes a referir que irá durar pelo menos um ou mais anos, enquanto, aproximadamente, um quinto destes acredita que chegou para ficar permanentemente.

Gráfico de elementos da disrupção do comércio
Gráfico do período da disrupção do comércio

A maioria dos entrevistados não acredita na celebração de um acordo comercial abrangente entre os EUA e a China — cerca de 70% acredita que será assinado um acordo de âmbito limitado ou que não existirá qualquer consenso possível.

Gráficos abrangentes de acordos comerciais

No sentido de compensar as disrupções comerciais com a China, as estratégias mais comuns adotadas pelas empresas passam por deslocalizar um determinado número de componentes da sua cadeia de valor (52%) e da sua produção (26%) para o estrangeiro. Adicionalmente, embora mais de metade dos executivos (55%) tenha avaliado a utilização da estratégia da origem como uma forma viável para mitigar os impactos dos custos e das taxas aduaneiras, apenas 20% estão confiantes sobre a possibilidade de lidar com as diferenças existentes entre a origem preferencial e a origem não preferencial, bem como compreender os seus riscos. 

Gráficos da disrupção do comércio
Gráficos de impacto nos custos
Gráficos dos riscos de origem

Repetição do Webcast

Assista à repetição do webcast aqui – Disrupção do comércio global: está pronto para a próxima fase?

Para saber mais detalhes, por favor visite o nosso website ey.com/globaltradedisruptors e inscreva-se para receber alertas e conteúdos adicionais relacionados com o comércio global.

Resumo

O recente webcast da EY que contemplou a realização de entrevistas a executivos responsáveis pelas áreas comerciais de modo a compreender como é que a disrupção do comércio global está a afetar as suas empresas e que estratégias estão a ser implementadas para compensar a atual disrupção do comércio com a China.

Sobre este artigo

por

Robert Smith

EY Americas US Global Trade and VAT Leader

Experienced at helping companies to manage their global indirect tax function in developing and developed markets.

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