Uma pesquisa recente realizada pela organização global EY, em colaboração com a Oxford Economics, destaca uma armadilha persistente no retorno sobre o investimento (ROI) da inteligência artificial (IA). Muitas organizações permanecem presas a projetos-piloto e soluções pontuais, sem uma reformulação de ponta a ponta dos processos, uma governança madura ou KPIs adequados. As escolhas arquitetônicas são pragmáticas. Apenas uma pequena minoria de organizações está desenvolvendo seus próprios modelos de linguagem de grande porte (LLMs), enquanto a maioria recorre a modelos externos ou híbridos para avançar mais rapidamente e reduzir riscos.
A nova série “EY Technology Insights” apresenta um plano de ação prático: ampliar a IA por meio de processos, e não de ferramentas; fortalecer a governança; definir e medir o valor; investir em dados preparados para a IA; e utilizar a IA para apoiar a governança da IA, sempre com o envolvimento de pessoas.
As mudanças relacionadas às pessoas e ao modelo operacional continuam sendo fundamentais. Menos da metade dos líderes do setor de tecnologia se sente confiante para avaliar o grau de preparação para a IA, o que ressalta a necessidade de uma abordagem dupla que aumente a produtividade no momento, ao mesmo tempo em que reformula funções, fluxos de trabalho e cultura para um futuro nativo da IA.
Descubra como as organizações líderes estão transformando ambição em resultados em escala empresarial.