1.Redesenhar canais de acesso
Como o acesso à saúde é o aspecto mais valorizado pelas pessoas, as empresas do setor devem se perguntar como seus clientes interagem com diferentes pontos do sistema. Estabelecer processos simples e remover barreiras desnecessárias será importante para direcionar os pacientes para as instalações de atendimento mais adequadas para o tratamento de suas condições.
2.Capacitar pacientes com tecnologias digitais
Alguns dos atritos enfrentados pelas pessoas ao acessar serviços de saúde podem ser solucionados com o uso de ferramentas digitais intuitivas, que as mantenham informadas e permitam a tomada de medidas proativas. A configuração de gateways digitais ajudará os pacientes a encontrar o que precisam quando precisam.
3.Considerar as preferências para criar melhores experiências
As empresas de saúde devem basear suas estratégias em uma compreensão profunda de seus clientes. Os pacientes valorizam diferentes modos de atendimento. Por exemplo, profissionais ocupados podem escolher consultas virtuais, enquanto residentes rurais ou pacientes idosos sem smartphone podem preferir a consulta médica presencial. Projetar caminhos de atendimento de acordo com essas diferentes personalidades pode quebrar as barreiras de acesso a cuidados de saúde na região.
4. Aprimorar a experiência virtual
No atendimento virtual, as organizações de saúde ainda têm muito a fazer para conquistar a confiança e fortalecer o relacionamento com as pessoas. Há oportunidades para expandir a virtualidade, oferecer mais conveniência e resolver atrasos no agendamento de consultas. Estratégias personalizadas que consideram a vida e as preferências do paciente podem ajudar a projetar novos serviços abrangentes.
5.Conscientizar os pacientes sobre o valor de seus dados e tecnologia
Embora os pacientes na América Latina sejam mais abertos ao compartilhamento de dados, podem ser mais reservados quanto a produtos percebidos como muito futuristas. Com a migração do modelo de saúde para o ambiente domiciliar, impulsionada por wearables e dados, as pessoas precisam de suporte contínuo para se adaptarem e se sentirem confortáveis em contextos de saúde que hoje ainda podem parecer pouco convencionais.
Conclusão
Os pacientes na América Latina procuram mais do que apenas atendimento médico: eles querem um sistema que priorize seu bem-estar, seja acessível e respeite suas preferências. As organizações que adotam uma abordagem proativa, integram a tecnologia de forma eficaz e entendem as necessidades das pessoas estarão mais bem posicionadas para liderar a transformação dos sistemas de saúde na região. A sustentabilidade também está emergindo como um eixo central na tomada de decisão do consumidor e as organizações que conseguirem integrar práticas responsáveis em seus serviços não apenas contribuirão para o bem-estar global, mas também ressoarão mais com os valores do consumidor.