Uma vez na nuvem, o ERP moderno torna-se um hub de inteligência, mas só se estiver preparado para operar com dados em tempo real, arquitetura modular e IA embarcada. Os casos mais avançados incluem:
- Assistentes preditivos para decisões de compras, estoques e finanças;
- Modelos de machine learning que detectam fraudes em transações ou sugerem alocações de recursos;
- IA generativa que automatiza a produção de relatórios gerenciais e dashboards personalizados.
Segundo levantamento da SAP, empresas que integram IA ao ERP têm produtividade até 25% maior em áreas como contas a pagar, cadeia de suprimentos e gestão de RH.
A transformação de um ERP legado não é um movimento isolado. Cada vez mais, as empresas recorrem a ecossistemas de soluções SAP Surrounding – plataformas e aplicativos que orbitam o ERP, conectando funcionalidades de Analytics, IA, RPA, e automações via APIs.
Empresas desenvolvem frameworks específicos para:
- Garantir governança de dados durante a migração;
- Promover interoperabilidade entre sistemas legados e novas plataformas;
- Utilizar IA para acelerar ciclos de transformação com menor custo de erro.
A transformação dos ERPs legados é inevitável. Mais do que apenas mover sistemas para a nuvem, trata-se de rever a arquitetura, os processos e a cultura da empresa. A IA entra nesse cenário como uma tecnologia-chave para acelerar a migração e permitir que o novo ERP seja uma plataforma de inteligência de negócios.
*Esta é uma versão adaptada do artigo publicado inicialmente no The Shift.