Artigo: IA é essencial para aprimorar esforços de cibersegurança

08 ago. 2025

A adoção de ferramentas de inteligência artificial – combinadas com machine learning, big data, automação e nuvem – permite respostas mais rápidas e precisas às ameaças cibernéticas

A segurança cibernética deixou de ser apenas uma questão técnica para se tornar um imperativo estratégico e, portanto, deve estar integrada à estratégia geral de negócios. De acordo com a Agência da União Europeia para a Cibersegurança (ENISA), as estratégias de segurança cibernética devem ser flexíveis e dinâmicas para enfrentar novas ameaças globais. Essa abordagem se aplica igualmente às instituições públicas, empresas do setor privado e outras organizações, sendo a única que faz sentido em um ambiente em contínua mudança e constante evolução.

Para superar esse desafio, as organizações líderes precisam ter uma melhor gestão de portfólio e visão em formato de programas. Para garantir uma abordagem mais ágil, em vez de um megaprojeto para “conquistar tudo”, as organizações podem trabalhar para ter projetos com objetivos bem definidos e circunscritos.

A adoção de ferramentas de inteligência artificial – combinadas com machine learning, big data, automação e nuvem – permite aos times de tecnologia adaptar e mudar com mais velocidade suas abordagens, conforme a ameaça ou estrutura. A capacidade de processamento e aprendizado que essas tecnologias trazem resulta em detecção e resposta mais rápida.

Em um cenário de negócios em constante mudança, algumas prioridades emergem para manter uma postura de cibersegurança capaz de fazer frente a ameaças:

1) Automação, inteligência artificial e aprendizado de máquina: Essas tecnologias são cada vez mais vitais para aprimorar a detecção e resposta a ameaças. A IA e o machine learning podem analisar rapidamente dados em grande escala, detectando automaticamente diferentes assinaturas de ataque e novos métodos de ataque.

2) Segurança em nuvem: Com a adoção generalizada de serviços em nuvem, a segurança nesse ambiente tornou-se uma área crítica, apresentando desafios únicos de segurança.

3) Gerenciamento de identidade e acesso: Controlar quem tem acesso a quais recursos é fundamental para proteger os ativos digitais da organização.

4) Segurança de dados: Proteger os dados sensíveis da empresa e dos clientes é uma prioridade constante.

5) Gerenciamento de vulnerabilidades: A identificação e correção de vulnerabilidades de segurança antes que possam ser exploradas são essenciais para manter uma postura de segurança robusta.

*Esta é uma versão adaptada do artigo publicado inicialmente no The Shift.

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