As empresas com programas maduros de TPRM (controle de riscos de terceiros) adotam práticas que servem como modelo para integração de ESG. Entre elas estão:
1) Centralização da gestão: Programas centralizados permitem uma visão holística dos riscos e a priorização de ações mitigadoras.
2) Monitoramento contínuo: O uso de tecnologia para monitorar terceiros em tempo real garante uma abordagem proativa.
3) Governança e colaboração: Equipes interdisciplinares são essenciais para o sucesso de um programa abrangente de ESG e TPRM.
4) Padronização de processos: A aplicação de normas consistentes em diferentes jurisdições melhora a conformidade e a eficiência.
As organizações que adotarem uma abordagem proativa na integração de princípios e práticas ESG internamente e para terceiros, considerando aspectos como segurança cibernética, diversidade de fornecedores e conformidade regulatória, poderão aproveitar as oportunidades que surgem em um cenário de mudança constante. Comunicar a importância dos programas e ações é uma maneira de associar a companhia a uma visão que vai muito além dos negócios.
*Esta é uma versão adaptada do artigo publicado inicialmente no The Shift.