Novembro de 2025 - A EY, líder em consultoria e auditoria no mundo, divulga sua programação para a EY House com dezenas de painéis, debates, mesas redondas e iniciativas envolvendo empresas, poder público e outras lideranças para a construção coletiva de uma agenda positiva de desenvolvimento econômico sustentável. O objetivo macro é recolher insights que de fato mexam o ponteiro da aceleração de um ambiente nativo de negócios em Belém.
Com a proposta de ser multissetorial e colaborativa, diversas temáticas estarão em pauta, como mercado de carbono, sociobioeconomia, economia circular, recuperação florestal, agricultura regenerativa, cidades sustentáveis, infraestruturas resilientes, além do uso da tecnologia e inovação para criação de novas soluções. As inscrições para acompanhar os painéis já estão disponíveis e podem ser feitas neste link e são limitadas.
Entre as principais palestras estão “Cidades Resilientes em um Clima em Transformação”, com nomes como Lincoln Alves, coordenador geral do Ministério do Meio Ambiente e Cláudia Cohn, Vice-presidente do Instituto Coalizão Saúde (ICOS) e Diretora Executiva da Dasa; “Cidades sustentáveis: o planejamento urbano e as redes elétricas como infraestrutura crítica frente aos eventos climáticos extremos” com o prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo e André Godinho, Secretário Executivo para COP30 da prefeitura de Belém e “Fechando a Lacuna do Financiamento Climático: dos Roadmaps aos Fluxos Reais de Capital” que conta com a mediação de Rafael Schur, Sócio e Líder do segmento de Mercado de Serviços Financeiros da EY Brasil e presença de Bruno Boetger, VP Atacado do Bradesco e Kathleen Krause, Chefe Adjunta de Regulação Prudencial do BACEN. Para saber a agenda completa, acesse este link.
“É uma iniciativa única e potente para articularmos setores estratégicos da economia e, realmente, contribuir para as reflexões e soluções que precisam emergir da COP30. Criamos um espaço com apoio de empresas importantes do mercado, especialistas em diversos temas e estamos prontos para liderar esta agenda”, conta Ricardo Assumpção, sócio-líder de Sustentabilidade e Chief Sustainability Officer LATAM da EY.
Ricardo também reforça que o objetivo da EY House é “ entender as soluções necessárias e traçar o perfil dos modelos de negócios para os próximos dez anos, tendo ativos naturais e inovação como alavancas de valor”. “Além disso, só é possível suportar a sociobioeconomia como um modelo sustentável tendo a iniciativa privada como um dos alicerces, junto aos governos, academia, sociedade civil e demais stakeholders”.
Para isso, a programação da EY House seguirá até o encerramento da COP30, alinhada à Agenda de Ação da Conferência, que contempla seis eixos principais: Transição energética, indústria e transporte; Florestas, oceanos e biodiversidade; Agricultura e sistemas alimentares; Cidades, infraestrutura e água; Desenvolvimento humano e social; e Questões transversais como bioeconomia e finanças sustentáveis.
Durante o evento também serão apresentados estudos e análises de mercado feitos pelos especialistas da EY, como a metodologia Impact Edge, que quantifica o impacto positivo e negativo de um negócio e gerou materiais focados em três grandes setores: mineração, agronegócio e infraestrutura. Também serão trabalhados materiais globais, como Natural Action Barometer, Global Action Barometer e WBSCD Research.
Por fim, além dos painéis e mesas redondas, a EY levará para esse ambiente o Four Futures, uma experiência imersiva, guiada por especialistas em clima e gerada por Inteligência Artificial, que leva os visitantes a uma jornada por futuros radicalmente alterados, cada um resultado de diferentes caminhos disponíveis atualmente para empresas e formuladores de políticas públicas. “Trouxemos essa experiência global para tangibilizar ainda mais a necessidade de ação, que é o core dessa Conferência”, explica Assumpção.
Localizada no polo hoteleiro e cultural de Belém, a EY House, que conta com o apoio e patrocínio de organizações como Bradesco, Votorantim Cimentos, Reservas Votorantim, Vale, Rabobank, B3, Motiva, Citrosuco, CBA Alumínio, MIT, Amcham, , Aya Earth Partners, Banco BV, World Climate Foundation e Future Climate, ocupa mais de 3.000 m² e foi projetada com foco em sustentabilidade, tanto na construção quanto no funcionamento. Entre as soluções adotadas estão sistemas de energia solar fotovoltaica, reaproveitamento e conservação de água, reciclagem de resíduos, uso de materiais renováveis e técnicas de construção modular para reduzir impactos ambientais.
As empresas do portfólio da Votorantim S.A. — Reservas Votorantim, CBA, Citrosuco, Votorantim Cimentos e Banco BV — terão um espaço exclusivo dentro da EY House chamado Espaço Legado e Futuro Votorantim, que contará com agenda proprietária de debates e conteúdos, como mercado de carbono, transição climática, biodiversidade e justiça climática. As inscrições para os painéis deste local também estão abertas e podem ser feitas neste link.
Após a COP30, será destinada à Secretaria dos Povos Indígenas do Estado do Pará, consolidando-se como legado físico e social.
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