3 Minutos de leitura 17 out 2022
Vista aérea de máquina trabalhando no arado da terra.

Top 10 riscos e oportunidades para o Agronegócio | 2022

Por EY Brasil

Organização de serviços profissionais multidisciplinares

3 Minutos de leitura 17 out 2022

Para o mundo, o Agronegócio do Cone Sul é sinônimo de produtividade, eficiência e segurança alimentar. Com crescimento pujante de 56% nos últimos dez anos, ante 29% da média global, Argentina, Brasil e Chile, juntos, correspondem a 16% da produção mundial de alimentos e fibras[1]. Além disso, o volume produzido nesses países é superior ao seu consumo doméstico, gerando um elevado excedente na oferta que, por sua vez, é direcionado às exportações, colocando-os entre os principais fornecedores desses produtos para diversos países mundo afora.

Para a economia dessas nações latino-americanas, o Agronegócio significou a dinamização de todo o ecossistema das empresas envolvidas ao longo da sua cadeia (antes, dentro e depois da porteira), a alavancagem do crescimento econômico e dos investimentos.

Na Argentina, por exemplo, o setor do Agronegócio representa aproximadamente 10% do Produto Interno Bruto (PIB) e 22% do total dos empregos[2]; no Brasil, com mais de R$ 2 trilhões gerados, o Agro corresponde à 28% do PIB, respondendo também por 20,3% dos postos de trabalho[3]; e no Chile, de acordo com o Ministério de Agricultura do país, ele responde por 9,7% do PIB e mais de 24% do total de exportações, atrás apenas das vendas de cobre ao mercado externo.

Em uma perspectiva de longo prazo, é esperado que o crescimento da população global aliado ao ganho de renda, sobretudo nos países emergentes, atuará como propulsor da demanda por alimentos e fibras. Nesse cenário, é esperado que o Agronegócio de Argentina, Brasil e Chile continue se destacando cada vez mais.

As empresas do ecossistema de Agro, por sua vez, além do cenário de crescimento na demanda, enfrentam já no curto prazo, revoluções em diversos campos e que, se por um lado representam grandes desafios a esses players, por outro também são oportunidades de crescimento.

Sobre a pesquisa

Um setor com crescimento acelerado e com tamanha importância para a economia dos principais países da América do Sul, o agronegócio traz grandes oportunidades e ao mesmo tempo grandes riscos. Por um lado, existem oportunidades para novos investimentos, aumento na produção e exportação, e por outro existe uma gama de riscos cada vez maiores, como questões ambientais e regulatórias, desafios geopolíticos entre outros.

Para entender como os atores desse ecossistema estão lidando com essas transformações no mercado, a EY, por meio do seu Centro de Excelência de Agronegócios (CEA), realizou uma pesquisa com os executivos atuantes em todos os elos da cadeia de produção, possibilitando que eles avaliassem, do ponto de vista da sua companhia, a relevância desses riscos e oportunidades.

A pesquisa foi realizada por meio de um formulário digital, entre os meses de novembro e janeiro de 2022, e apresenta a avaliação de executivos de empresas na Argentina, Brasil e Chile, entre os quais 59% ocupam cargos C-level.

Como resultado, obtivemos o TOP 10 de riscos e oportunidades para o Agronegócio no Cone Sul, os quais serão detalhados na versão completa do relatório.

Por:

Alexandre Rangel - Sócio e líder da indústria de Agronegócios da EY para Latam South

Daniela Sampaio - Sócia de Consulting em Business Transformation da EY para Latam South

Marco Antônio de Araújo - Sócio de Consulting da EY

Daniely Martins - Consultora sênior do Centro de Excelência EY de Agronegócios

Quer saber mais?

Baixe agora o estudo Top 10 riscos e oportunidades para o Agronegócio | 2022

Solicitar relatório

Resumo

Para entender como os atores desse ecossistema estão lidando com essas transformações no mercado, a EY, por meio do seu Centro de Excelência de Agronegócios (CEA), realizou uma pesquisa com os executivos atuantes em todos os elos da cadeia de produção, possibilitando que eles avaliassem, do ponto de vista da sua companhia, a relevância desses riscos e oportunidades.

Sobre este artigo

Por EY Brasil

Organização de serviços profissionais multidisciplinares