EY refere-se à organização global e pode se referir a uma ou mais das firmas-membro da Ernst & Young Global Limited, cada uma das quais é uma entidade legal separada. A Ernst & Young Global Limited, uma empresa britânica limitada por garantia, não presta serviços a clientes.
Como a EY pode ajudar
Omodelo globalizado de fabricação e cadeia de suprimentos estabelecido pelo setor de ciências da vida dependia de insumos estáveis, oferta abundante e um comércio global praticamente sem atritos. Essas condições já não se aplicam. O mundo está se afastando da globalização tal como a conhecemos, rumo a uma nova era de alianças em constante mudança e de intervencionismo governamental, com importantes implicações para o setor de ciências da vida e, em particular, para as instalações de produção e as cadeias de suprimentos das empresas biofarmacêuticas.
Com os produtos biofarmacêuticos se tornando cada vez mais complexos, as modalidades se diversificando e a volatilidade global aumentando ainda mais, as empresas do setor precisam de cadeias de suprimentos muito mais ágeis, modulares e baseadas em tecnologia. A inteligência artificial (IA) e as plataformas digitais oferecem formas totalmente novas de coordenação e parceria dentro de um ecossistema mais amplo, constituindo os alicerces do que os profissionais da EY chamam de modelo “Bioweave”. No futuro, as empresas irão tecer redes ágeis de parcerias para possibilitar uma colaboração mais fluida e eficaz nas áreas de inovação, comercialização e operações. As empresas que terão sucesso nesse novo paradigma serão aquelas que melhor conseguirem se estabelecer como conectores e catalisadores, capazes de integrar, orquestrar e impulsionar a abordagem da Bioweave.
Encontrar o caminho a seguir na nova era da globalização
O estudo da EY, intitulado “Cadeias de Suprimentos Farmacêuticas do Futuro”, previu, em 2022, que “o modelo de suprimentos totalmente globalizado será transformado em um modelo híbrido, equilibrado de forma mais estratégica entre instalações globais, regionais e locais”. Hoje, essa mudança parece não apenas inevitável, mas também urgente. Nos últimos tempos, temos observado que as empresas biofarmacêuticas têm respondido a essa mudança explorando duas estratégias distintas.