As organizações que adotam tecnologias emergentes, seguem as melhores práticas e entendem o tamanho do valor que a segurança cibernética traz para o negócio olham para as ameaças de outra forma. Essas empresas definidas pela EY como "Secure Creators" sabem que desenvolver habilidades de sua força de trabalho é uma maneira de ampliar a cibersegurança e reduzir os riscos de ataques. Afinal, quando as pessoas entendem como os ataques ocorrem e o que devem fazer em caso de falha, a organização fica mais preparada para proteger seus ativos.
As lideranças precisam repensar suas estratégias de desenvolvimento de talentos para garantir que suas equipes estejam preparadas para enfrentar os desafios atuais e futuros. O desenvolvimento de habilidades transformadoras tem um impacto direto e significativo na postura de cibersegurança de uma organização. Equipes bem treinadas e atualizadas são capazes de:
- Identificar e responder a ameaças mais rapidamente;
- Implementar controles de segurança mais eficazes;
- Adaptar o dia a dia a novas tecnologias e regulamentações;
- Colaborar melhor com outras áreas da organização.
De acordo com estudos da EY, organizações que adotam uma abordagem de “Segurança por Design” (Secure by Design) geralmente apresentam nível de maturidade mais alto em termos de segurança e resiliência do que suas contrapartes mais reativas ou orientadas apenas por conformidade.
*Este artigo foi publicado inicialmente no The Shift.